Na tarde desta terça-feira (13), ocorreu na sede das entidades estudantis a 1ª Assembleia dos Estudantes Secundaristas do estado de São Paulo, momento em que centenas de jovens expuseram e organizaram suas reivindicações contra o desmonte das escolas públicas promovido pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP). A principal deliberação da assembleia foi a mobilização para o ato do próximo dia 15 (quinta-feira) e a convocação de uma marcha unificada no próximo dia 20 de outubro (terça-feira)
Assim caminha o escândalo dos trens e metrôs em São Paulo. Ninguém está preso, não se criou uma força-tarefa para investigar o escândalo e nenhum dos suspeitos foi mantido sob constrangimento atrás das grades para ser forçado a assinar um acordo de delação premiada.
Manifestação contra reforma do ensino proposta pela gestão Alckmin termina com agressões a estudantes e professores e dois presos.
Metais pesados e agrotóxicos foram detectados na água já tratada pela Estação de Tratamento de Água (ETA) Rio Grande, que abastece as torneiras da população dos municípios de São Bernardo, Diadema e de metade de Santo André, todos pertencentes ao ABC paulista.
Estudantes de São Paulo fazem novo protesto contra proposta da gestão Geraldo Alckmin (PSDB) que deve fechar cerca de mil escolas no estado, segundo estimativa do sindicato dos professores.
Uma onda de manifestações surgiu no estado de São Paulo, logo após o governador Geraldo Alckmin declarar que escolas serão fechadas no próximo período. O plano de reestruturação do ensino na rede estadual poderá afetar até 2 milhões de estudantes. A presidenta da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (Upes), Ângela Meyer, questionou o governador nesta quarta-feira (7) sobre a decisão do fechamento das escolas. A resposta do tucano foi o silêncio.
Por Laís Gouveia
A Apeoesp (sindicato dos professores da rede pública de São Paulo) fez um levantamento junto aos diretores de ensino e chegou a uma lista de 155 escolas que devem ser fechadas na Grande São Paulo já no ano que vem, além de outras 17 no Grande ABCDM (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema e Mauá).
"Transparente como a água suja do fundo do Cantareira", assim definiu o jornalista Fernando Brito, no blog Tijolaço, sobre a decisão do governador Geraldo Alckmin de tornar ultrassecretos centenas de documentos a respeito do transporte público de São Paulo, que incluem Metrô, Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e linhas de ônibus intermunicipais da EMTU.
Enquanto a direita conservadora insufla a crítica contra a ciclovia ou a redução do limite de velocidade promovidas pelo prefeito Fernando Haddad (PT), auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) constatou que a obra da linha 17-ouro, um dos monotrilhos de São Paulo, de responsabilidade do Metrô do governo Geraldo Alckmin (PSDB), não tinha projeto básico e nem orçamento quando foi licitada, o que contraria a lei.
As corregedorias do estado de São Paulo e da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) decidiram investigar o tucano Hugo Berni, coordenador de presídios no estado de São Paulo, que conseguiu acumular um patrimônio milionário em dois anos.
Com a maior população carcerária do país, que cresceu 33% nos últimos quatro anos, chegando a 226,5 mil detentos, o governo tucano de Geraldo Alckmin (PSDB-SP) também tem o mais “bem-sucedido” coordenador de presídios.
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) considerou o prêmio concedido pela Câmara dos Deputados ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), por boa gestão hídrica, uma “afronta ao povo brasileiro”. A indicação de Alckmin ao Prêmio Lúcio Costa de Mobilidade, Saneamento e Habitação 2015 foi feita pelo correligionário João Papa (PSDB-SP).