Um levantamento parcial feito pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) mostrou que, até a manhã desta quinta-feira (11), 913 classes foram fechadas em todo o estado. A pesquisa, segundo a entidade, foi feita por meio de contribuições de professores e de estudantes que participaram de ocupações nas escolas no final do ano passado, em protesto contra o projeto de reorganização escolar do governo paulista, que pretende fechar 93 escolas em todo o estado.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), tentou fechar escolas no ano passado alegando medidas de economia, mas continua usando verbas públicas para pagar – caro – por assinaturas de jornais e revistas da imprensa que não o ataca.
Por Helena Sthephanowitz
A luta dos alunos secundaristas contra o plano reorganização da rede estadual em São Paulo, no segundo semestre do ano passado, virou tema de documentário. A ideia dos produtores do documentário é manter viva a memória dessa luta do movimento estudantil que teve repercussão em todo o país e que serviu de exemplo para outras ocupações em outras regiões do Brasil.
Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP) tentou convencer recentemente o governador de SP, Geraldo Alckmin, a "pegar leve" na disputa interna do PSDB para definir o candidato do partido a prefeito da capital.
Por Altamiro Borges
Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP) tentou convencer recentemente o governador de SP, Geraldo Alckmin, a "pegar leve" na disputa interna do PSDB para definir o candidato do partido a prefeito da capital.
Por Altamiro Borges, no Brasil 247
Parece que o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, continua convicto com o seu plano de reorganização escolar, que pretende fechar 93 escolas estaduais. A ideia baseia-se em contratar celebridades populares que possuem contas no Youtube, para convencer os estudantes que fechar colégios é uma boa ideia.
Os tucanos papagueiam que o projeto de governo que os derrotou pela quarta vez consecutiva é permanecer no poder, mas entre eles estão em verdadeira guerra para tentar ocupar o poder, ou pelo menos a cadeira de prefeito de São Paulo. Segundo a colunista da Folha de S. Paulo, o PSDB está rachado em São Paulo, seu principal reduto, e o clima é de guerra.
A pasta do Desenvolvimento Agrário, chefiada pelo ministro Patrus Ananias, divulgou nesta sexta nota sobre a máfia da merenda escolar, que está sendo investigada por desvios milionários em São Paulo. Desta vez, a nota foi mais dura e apontou diretamente para o governador do estado, Geraldo Alckmin, que tentou empurrar a responsabilidade pelas fraudes para o governo federal.
Investigado no esquema de propinas na merenda escolar do governo de Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo, o presidente da Coaf (Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar), Cássio Chebabi, afirmou ao Ministério Público que a Secretaria da Educação do governo tucano cancelou um contrato com a entidade para forçar o pagamento de propina.
Contrariando o que diz recomendação do Ministério da Saúde, o governo do Estado de São Paulo não tem notificado casos de microcefalia, mesmo recebendo das prefeituras paulistas comunicações sobre nascimentos de crianças com essa má-formação.
Investigação da Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo apuram um esquema de corrupção envolvendo a compra de alimentos para merenda escolar pelo governo tucano de Geraldo Alckmin, de São Paulo, e pelo menos 17 prefeituras do interior paulista. De acordo com as investigações, a fraude foi montada a partir da venda de alimentos – principalmente suco de laranja integral – que eram vendidos pela Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf), que é baseada em Bebedouro (SP).
Revistas, prisões, uso de cassetete e uma bomba a cada sete segundos foi o cenário do ato contra o aumento da tarifa, realizado nesta terça-feira em São Paulo. Aproximadamente 28 pessoas ficaram feridas, algumas com gravidade e 17 pessoas foram detidas. Na manifestação do dia 8 foram presas 13 pessoas. Não houve registro de policias feridos, segundo a Folha Online. Para o Movimento Passe Livre foi “um clima de terror”.