Depois de três dias seguidos de repressão policial aos protestos contrários ao impeachment da presidenta eleita Dilma Rousseff, o governo de Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo, decidiu agora proibir que ocorram manifestações na avenida Paulista, no próximo domingo (4). Na data, dois atos já estavam programados.
Os professores da rede estadual de São Paulo realizam nesta sexta-feira (26) a primeira assembleia da campanha salarial. Há dois anos sem reajuste, a categoria reivindica aumento emergencial de 16,6%, para repor a inflação acumulada entre julho de 2014 e fevereiro de 2016 e a implementação de uma mesa de negociação para efetivar a meta 17 do Plano Estadual da Educação, que trata da equiparação do salário dos docentes a outras categorias de profissionais com ensino superior.
"A política fiscal do governo de Geraldo Alckmin (PSDB) tem uma lógica: tirar impostos dos mais ricos e aumentar dos mais pobres", define o auditor fiscal da Receita de São Paulo Leandro Ferro, diretor de comunicação do Sindicato dos Auditores Fiscais do Estado de São Paulo (Sinafresp).
Um fato surpreendente aconteceu no último dia 16 de agosto, no antigo Colégio Caetano de Campos, hoje sede da secretaria de Educação de São Paulo. O governo estadual constituiu, enfim, a Frente de Instituições Públicas pela Educação do Estado de São Paulo (Fipesp).
Por Salomão Barros Ximenes*, no Outras Palavras
Ex-membros da Cooperativa Orgânica da Agricultura Familiar (Coaf) admitiram pagamentos de propina a servidores públicos da Secretaria de Estado da Educação e políticos, em contratos da merenda escolar no governo Geraldo Alckmin (PSDB). “Do contrato da secretaria do estado (da Educação) todo mês sacava. Chegou a sacar R$ 1,3 milhão, no total, para pagar 'comissão'”, disse o ex-vendedor da Coaf Caio Pereira, durante depoimento à CPI que investiga a máfia da merenda na Assembleia Legislativa.
A delação que vem sendo negociada entre a Odebrecht e a Procuradoria Geral da República, no âmbito da Operação Lava Jato, deve tirar o sono do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e de mais um ministro de Michel Temer: Gilberto Kassab, da Ciência e Tecnologia e Comunicações.
A Polícia Militar realizou na madrugada deste sábado (16) a reintegração de posse da Fábrica de Cultura do Capão Redondo, localizada na rua Algard, 82, na zona Sul da capital. O prédio estava ocupado, desde o final de maio, por aprendizes que protestavam contra demissões de educadores e o sucateamento do programa.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo deu 30 dias a partir de quinta-feira (7) para a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) explicar seis contratos de manutenção preventiva de 196 trens, no valor de R$ 907 milhões.
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) emitiu uma nota nesta segunda-feira (4), repudiando a perseguição do governo Alckmin ao Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp). Segundo o presidente da central, Vagner Freitas, os tucanos inviabilizam financeiramente o funcionamento da entidade.
Educadores protestaram nesta segunda-feira (4) à tarde contra o sucateamento e demissões de profissionais das fábricas de cultura na capital paulista. As fábricas são espaços de acesso gratuito a atividades artísticas vinculadas à Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo. Cinco unidades (Brasilândia, Capão Redondo, Jaçanã, Jardim São Luís, e Vila Nova Cachoeirinha) são gerenciadas pela Poiesis – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura, uma Organização Social (OS).
A presidenta do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Noronha (Bebel), denunciou que a entidade está sofrendo retalhações políticas pelo governo Alckmin.
Os estudantes secundaristas participantes das ocupações nos colégios em São Paulo, contrários ao programa do governo Alckmin de reorganização escolar que pretendia fechar 94 escolas em todo o estado, denunciam que estão sendo acusados por furtos e roubos de objetos, durante a ação de luta contra o desmonte da educação promovida pela gestão tucana.