Campanha: Mídia independente resiste à censura de Temer
O governo interino de Michel Temer quebrou contratos de publicidade de 11,2 milhões de reais que a Secretaria Social de Comunicação (Secom) da Presidência da República mantinha com a imprensa alternativa. Os portais Carta Maior e Opera Mundi foram atingidos pelos cortes e realizam campanhas de assinaturas para manter as publicações eletrônicas. Para os veículos, Temer resolveu censurar os portais que denunciam o desmonte dos direitos sociais em vigor no país.
Publicado 18/08/2016 15:15
A reorientação da política de distribuição da publicidade está sendo questionada pela Carta Maior. O portal entrou com um requerimento com base na Lei de Acesso à Informação (Lei n° 12.527) para obter detalhes da medida da SECOM.
se concretizaram no 1º Fórum Social Mundial em Porto Alegre. Surgiu para colaborar com o movimento pela democratização da mídia e cobrir fatos e notícias que não tem vez nos grandes grupos empresariais de comunicação.
“O Opera Mundi me permite ver, inclusive apresentando críticas à experiência Venezuelana, também o outro lado, as conquistas sociais, o que se avançou na relação de integração latino-americana. Então o Opera Mundi é uma leitura obrigatória no meu entender”, opinou Miro. Ele gravou vídeo para a campanha de apoio ao site.Por Railídia Carvalho