Europeus procuram acordo em relação a força de paz para Líbano

O comitê de segurança da União Européia realiza uma reunião de emergência nesta quarta-feira em Bruxelas, na Bélgica, para discutir a participação do bloco nas forças de paz da ONU no Líbano. Participam do encontro os embaixadores dos 25 países-membros e

A reunião foi pedida pela Itália, que pressiona outros países da União Européia para enviar mais tropas para formar um contingente europeu de até 9 mil soldados. O governo italiano já se comprometeu a colaborar com 3 mil.


 


A Organização das Nações Unidas, que autorizou uma força de 15 mil soldados para manter o cessar-fogo, mostrou-se decepcionada com a resposta dos países europeus até o momento, já que muitos não responderam aos apelos da organização em participar da composição das forças de paz.


 


Diplomatas da União Européia alegam que as tarefas das forças de paz ainda não estão claras. Alguns entendem que seus soldados não terão o dever de desarmar o Hezbolá, mas eles podem ter de garantir que cesse qualquer tipo de passagem de armas pelas fronteiras do Líbano.


 


A França, que ofereceu apenas 200 soldados até o momento, disse que não pode prometer um contingente maior antes de saber quais são os termos da missão. Havia a expectativa de que o país tivesse papel de liderança na missão no Líbano, como ocorre atualmente. “Você não pode simplesmente decidir enviar milhares de pessoas”, afirmou o ministro do Exterior Phillippe Douste-Blazy.