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| Curso de Comunicação: parte do conteúdo
já está disponível no Partido Vivo (foto: Fernando Udo) |
O Partido Vivo disponibiliza
aqui, a partir de hoje, o
conteúdo de algumas das aulas ministradas durante o Curso Nacional de
Comunicação, realizado em São Paulo entre os dias 26 e 28 de maio. O objetivo
é democratizar o conteúdo entre aqueles que trabalham com comunicação no
partido, bem como aqueles que tenham interesse na área. O material é voltado
para a elaboração de campanhas eleitorais e cobrem desde a confecção de
materiais impressos até legislação eleitoral, passando pelo uso da Internet,
tevê, rádios e veículos alternativos. Em breve, espera-se que todas as aulas
sejam publicadas. Por isso é importante que os interessados acessem
periodicamente o espaço.
Atualização
O Curso Nacional de Comunicação teve a participação de cerca de 50
profissionais. A abertura ficou a cargo de Renato Rabelo, presidente do PCdoB,
que tratou do tema “O que está em jogo nas eleições de 2006”. Para o dirigente
comunista, o Brasil está numa encruzilhada, e pode seguir o caminho do
desenvolvimento ou do retrocesso neoliberal (veja
aqui artigo do dirigente
baseado nesta palestra).
O segundo dia do curso teve início com a exposição “Eleição, comunicação e
construção partidária”, na qual Walter Sorrentino, secretário de Organização
do PCdoB, abordou os desafios que o partido vai enfrentar no processo
eleitoral deste ano, bem como o uso do sistema de comunicação do partido como
instrumento de estruturação partidária.
À tarde o curso foi retomado com “Linguagem e forma da comunicação na TV e
rádio”, apresentado pelo publicitário Guido Bianchi, secretário de comunicação
do PCdoB de Pernambuco, que analisou o uso de duas das principais mídias, de
maneira a obter os melhores resultados durante a campanha. O dia terminou com
a intervenção de Bernardo Joffily, editor do portal Vermelho, que abordou o
tema “Como utilizar a Internet nas eleições”. Ele defendeu investimentos na
Internet nesta campanha por tratar-se de um meio barato, que já atinge cerca
de um quarto dos brasileiros, com a vantagem de ser instantâneo, abrangente e
interativo. Ele estruturou onze pontos que julga essenciais para o
planejamento do uso da rede em campanha, como, por exemplo, o lançamento, já a
partir de 5 de junho, de uma página “.can”, que possibilite lançar o candidato
publicamente e expor suas plataformas.
Idéias no papel
O uso do material impresso é uma das principais armas dos coordenadores de
campanha. Por isso, Cláudio Gonzalez, diagramador e jornalista do Vermelho,
tratou do uso de recursos visuais e materiais diversos para a obtenção de bons
resultados no meio impresso. Para ele, há cinco conceitos fundamentais que
devem ser levados em conta na produção de material de campanha: unidade,
customização, objetividade, criatividade e controle. Ele abordou ainda o uso
da fotografia, os tipos de papel, o que a legislação diz sobre material
impresso, além do cronograma, que deve ser pensado desde o lançamento do
candidato até a última quinzena de campanha.
Depois, foi a vez de Wevergton Brito, secretário de comunicação do PCdoB/RJ,
falar sobre “O potencial dos meios alternativos de comunicação”. Durante sua
apresentação, Brito procurou abordar como jornais de bairro, de interior e
alternativos, além de rádios e tevês comunitárias, podem ser utilizados para
apresentar os candidatos comunistas.
Finalizando o curso, os participantes assistiram às explanações do assessor
jurídico da bancada federal do PCdoB, Messias de Souza, sobre o tema “O que a
nova legislação eleitoral permite na campanha”.
Veja aqui as aulas do Curso Nacional de Comunicação do PCdoB