Leia a seguir pontos abordados por Guido
Bianchi durante o Curso Nacional de
Comunicação do PCdoB
Curso Nacional de
Comunicação Eleitoral / 2006
Linguagem e forma na
comunicação eleitoral de TV e Rádio / Súmula
“Precisamos recuperar o perdido no
encontro com a imagem.”
Glauber Rocha
1. Introdução
- Exposição ao invés de aula /
justificativas
- Reflexão conjunta / troca de opiniões
e experiências
- Acúmulo existente em CEs / Camaradas
- Curso tem uma finalidade prática e
objetiva: as eleições
- Registro: Cursos anteriores (com
Rogério Lustosa)
- Painéis e análises em Ativos (Stalimir
+ profissionais)
- Breve histórico do uso dos meios
eletrônicos:
1985 - prefeituras das capitais – uso da
TV após Lei Falcão
1986 - governos estaduais – salto de
qualidade na linguagem e produção
1989 - campanha de Collor – ascensão dos
marqueteiros
1998 - campanha de FHC -publicitarização
e pesquisas
2. Premissas
- A política é quem conduz a propaganda.
Campanha politizada.
- Relação dialética “conteúdo e
forma” - Conteúdo é determinante. A forma
é resultante.
- A propaganda eleitoral é um todo com
unidade de conteúdo e forma (estética).
- Respeitar as características e
especificidades de cada meio ou suporte de
comunicação:
- Impressos / Folheteria
- Bandeiras
- Carro de Som
- TV – Rádio – Outdoor
- Etc.
- Planejar a campanha de comunicação
panoramicamente em paralelo
com as fases da campanha e com
monitoramento constante.
- Duas grandes fases: Propaganda e
Agitação.
- Nossa propaganda deve combinar: razão
e emoção
- criatividade e pertinência
- sentido e leveza
- transmitir: sinceridade
- cuidar: de fazer pouca diversidade de
peças privilegiando a qualidade e a
quantidade
- trabalhar: em nível profissional
- 15 leis da propaganda política
(texto distribuído no Curso)
- Planejamento da campanha de Luciano
Siqueira
Destaques nas páginas 5 – 6 – 7 – 8
(texto disponibilizado no “grupo de
comunicadores”)
3. O palanque eletrônico
- TV e o Rádio são a consolidação da
campanha eleitoral.
- A TV é o veiculo de comunicação
principal / virtude: imagem
O que se ouve X o que se vê = Vence o que
se vê
- Portanto, a imagem deve ser muito bem
cuidada. Bem trabalhada.
- O Rádio é um veiculo de sustentação
importante / deve ser valorizado
- Presta-se a veicular mensagem
musicalmente
- E se é verdade que “a melhor propaganda
é aquela que reforça uma emoção já
existente” (subconsciente coletivo) a música
cai como uma luva!
- Tese sobre o Rádio: Sem gritaria, sem
baixaria, sem vulgaridade, sem apelação.
Campanhas do Recife e Olinda. Os locutores
conversavam com as pessoas.
- Convencimento pela persuasão.
-- TV e Rádio são veículos de comunicação
individual.
Palanque = comunicação de massas
Campanha / Proporcionais
- Linguagem adequada: publicitária
- Poucas peças (vídeos) - repetição -
retenção
- Cuidado com a produção da imagem e do
som
- Própria (garantir identidade)
- Plano de mídia
- Produção no atacado
Campanha / Majoritários
- Tempo maior – Dinâmica política mais
densa
- Mescla de linguagens
- Plano de mídia sujeito a alterações
- Produção diária
“A imagem que atrai é a mesma que revela”
Livros para estudo:
- A mistificação das massas pela
propaganda política - de Serge
Tchakhotine
- A propaganda política - de J.M.
Domenach
- A propaganda política, natureza e
limites de João Camilo de Oliveira
Torres
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