notas
O peso da crise (I)
O peso da crise para os trabalhadores poderá ser muito alto. A Organização Internacional do Trabalho prevê que haverá mais 20 milhões de desempregados no mundo até o final de 2009.
O peso da crise (II)
Segundo a OIT, o número de desempregados, pela primeira vez na história, vai chegar a 210 milhões.
O peso da crise (III)
O número de pessoas que ganha até dois dólares por dia (cerca de quatro reais) vai pular de 1,26 bilhão para 1,4 bilhão até o final de 2009. Isto é, 140 milhões de pessoas vão ser jogadas na miséria.
Nos EUA, os despejos aumentam
Entre julho e setembro deste ano, nos EUA, mais de 765 mil casas foram tomadas pelos bancos; é um aumento de 71% em relação ao mesmo perÃodo em 2007. São famÃlias vÃtimas da ganância dos banqueiros, e que não conseguiram pagar as prestações.
Demissões nos EUA (I)
A Chrysler anunciou, no fim de outubro, que vai demitir um quarto de seus funcionários administrativos; são cinco mil trabalhadores. A montadora já havia anunciado a demissão de 1.825 trabalhadores de duas linhas de montagem.
Demissões nos EUA (II)
Em todo o paÃs, de janeiro a setembro, são 1,51 milhão de novos desempregados. Detroit, a capital dos automóveis nos EUA, tem a maior taxa de desemprego do paÃs: 8,7%.
Novas ameaças
A Chrysler, a GM e o fundo de investimentos Cerberus, estão negociando a fusão das duas montadoras nos EUA. Se isso ocorrer, a previsão é que ocorram milhares de novas demissões nas duas montadoras. O nome do fundo de investimento é apropriado: na mitologia, Cérbero é o nome do cachorro que toma conta da entrada do inferno.