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| A revolta de Ipatinga, pretexto para o massacre-- |
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2/3/1963:
Goulart promulga o Estatuto do Trabalhador Rural, que leva ao campo as
conquistas trabalhistas. O sindicalismo rural ganha impulso. |
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30/5/1963:
Portuários, ferroviários, marítimos, aeroviários,
vão à greve nacional por salário e bandeiras políticas. |
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27/7/1963:
O CC co PCdoB aprova a Carta Aberta a Kruschev, denunciando a linha revisionista
do PCUS pós 20º Congresso. |
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12/9/1963:
O STF decide que os sargentos eleitos em 62 não podem tomar posse.
Rebelião, dominada, de 600 sargentos da Marinha e Aeronáutica
em Brasília: toma prédios públicos, prende oficiais.
Atacada, resiste. O combate deixa 2 mortos. |
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18/9/1963:
Greve nacional dos bancários. |
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6/10/1963:
Massacre de Ipatinga. Metalúrgicos da Usiminas em Ipatinga, MG,
rebelam-se contra as revistas vexatórias. A cavalaria da PM ataca.
De um caminhão, saem rajadas de metralhadora: 117 feridos, 32 mortos. |
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29/10/1963:
Começa a greve dos 700 mil em SP, envolvendo 78 sindicatos.
Obtém aumento salarial de 80% mas não sua reivindicação
central, a unificação das datas-base. |
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20/12/1963:
Fundação da Contag (Confederação Nacional
dos Trabalhadores na Agricultura), no bojo do 1º ascenso das lutas
pela reforma agrária. O 1º pres. é Lindolfo Silva. |
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