Cultura
05/05/2017 18h10

Noel Rosa: o samba não tem tradução no idioma francês

O Brasil conta com inúmeros sambistas e compositores de talento. Raros, porém, são os que podem ser considerados gênios. Noel Rosa provavelmente encabeça a lista.

Por Umberto Martins


Cultura
05/05/2017 17h58

Urariano Mota: Noel, o X do problema

Maio deveria ser o mais triste dos meses para os brasileiros. Assim pensei em começar este artigo. Depois de mudar e riscar, pensei em começá-lo com uma pergunta: “Quem dá mais por um artista feito no rigor da arte, sem introdução e sem segunda parte, que expressa três terços de todo brasileiro?”. Depois me ocorreu que bem melhor seria uma crônica em feitio de oração, com humor, para suportar a paixão, com harmonia, ritmo... .

Por Urariano Mota *


Cultura
05/05/2017 17h29

Belchior e as veias rompidas da vida e da América Latina

Não foi uma veia aberta que decretou a morte de Belchior. Em realidade, foram as veias abertas da América Latina e as veias do nosso povo, que se romperam diante de nossa indiferença com seus grandes artistas. Belchior, poeta cearense, muito além da questão do seu auto-exílio, fato é que só o redescobrimos na ausência, quando já não dava mais, quando tudo era uma frase no facebook ou uma citação no twitter.

Por Ricardo Flaitt*


Cultura
05/05/2017 15h41

Noel Rosa se despedia do Brasil há 80 anos, sua obra permanece

Há 80 anos, o Brasil se despedia de Noel Rosa, sambista, cantor e compositor que se tornou um ícone da música popular brasileira em seu curto tempo de vida. Suas composições bem humoradas e criativas contribuíram para a integração do samba na sociedade, na época, ainda muito marginalizado.


Cultura
05/05/2017 15h25

Cultura, política e modernidade em Noel Rosa

No plano estético, Noel de Medeiros Rosa, ou simplesmente Noel, foi um dos que livrou o samba do ritmo amaxixado, dando uma pontuação mais elaborada e em sintonia com o processo de urbanização.

Por Antonio Pedro Tota*


Cultura
05/05/2017 14h26

Os tecidos andinos protegem contra o maior dos perigos: o esquecimento

Impossível não se encantar com as cores, as texturas e os desenhos dos tecidos andinos. Mas estas roupas coloridas e quentinhas protegem mais do que o vento e o frio dos Andes, “protegem do perigo mais temido por qualquer povo consciente: o perigo do esquecimento”. Uma animação criada pela pesquisadora Mariana Tschuhdi para o Museu Amano, detalha a relação das tecelãs com suas origens e com a natureza.

Por Mariana Serafini


Cultura
05/05/2017 14h06

“A gente morre é para provar que viveu”

João Guimarães Rosa, autor da frase que dá o título, foi um dos mais importantes escritores brasileiros. Rosa tirou a língua portuguesa do museu, do que era considerado castiço, e a levou para os sertões, para a amoralidade de tudo quanto é meio de mato e meio de caminho nos confins da alma.

Por Christiane Brito


Cultura
05/05/2017 0h00

Noel Rosa x Wilson Batista: a histórica polêmica do samba

A polêmica Noel Rosa (1910-1937) x Wilson Batista (1913-1968) durou menos de três anos, mas rendeu músicas interessantes e virou parte do folclore musical brasileiro. Quando o entrevero começou, na década de 1930, o boêmio da Vila já era um respeitado compositor, frequentador da Lapa, amigo de famosos e com o nome feito no meio radiofônico.

Por Renato Torelli*


Cultura
30/04/2017 13h54

Dalwton Moura: Viver é melhor que sonhar

“Em uma palavra, o cantautor. Aquele que, no desafio e na magia de compor, cantar e contar a própria obra, transmite sua mensagem como nenhum outro”.

Por Dalwton Moura*


Cultura
30/04/2017 12h11

Belchior, voz cortante do tempo presente

A dor e a saudade dos retirantes, as lutas e os sonhos da juventude, a alegria de viver e o sofrimento nessas ilhas cheias de distâncias, dos sertões existentes ou não. Os amores proibidos, a curva no caminho, a alucinação do dia a dia, a solidão das pessoas nessas capitais, um preto, um pobre, um estudante, uma mulher sozinha, o horror dos farsantes trogloditas fascistas. Quase tudo está lá nas canções cortantes como uma lâmina de Belchior.**

Por Antônio Carlos de Freitas Souza*