Vermelho

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21/05/2019

Dirigente jornalístico mexicano pede solidariedade mundial a Cuba

Um chamado a unir-se à rejeição internacional à lei Helms-Burton que codifica e aprofunda o bloqueio econômico, comercial e financeiro e Estados Unidos contra Cuba, foi formulado em um artigo do dirigente jornalístico mexicano Teodoro Rentería.

Aplaquemos os falcões e seu chefe atual, Donald Trump, expressou o jornalista e escritor; presidente do Colégio Nacional de Licenciados em Jornalismo e secretário de Desenvolvimento Social da Federação Latino Americana de Jornalistas.

O também fundador e presidente vitalício honorário da Federação de Associações dos Jornalistas Mexicanos, membro do Conselho Consultivo permanente do Clube Primeiro Plano, Doutor Honoris Causa pela Universidade Internacional e Acadêmico de Número da Academia Nacional de História e Geografia, listou algumas das consequências do bloqueio de Estados Unidos a Cuba.

Expressou que às consequências do bloqueio que impede Cuba exportar seus produtos a essa nação, importar mercadorias ou tecnologias para a atenção médica, comercializar com filiais de companhias norte-americanas, receber turistas estadounidenses ou empregar o dólar em suas transações, se suma a Helms-Burton para forçar a destruição da Revolução e eliminar o sistema socialista que o povo constrói soberanamente.

Este objetivo tem sido comum a 12 administrações estadounidenses que desde a implantação do bloqueio se focaram em subverter a ordem sociopolítico cubana com medidas que asfixiam aos cidadãos e contra seus direitos humanos, com o único fim de mudar o rumo do socialismo no hemisfério ocidental, como têm afirmado assessores e congressistas da administração de Donald Trump, acrescenta.

Se o Título III da Lei Helms-Burton aplica-se, qualquer cubano ou cubana enfrentaria demandas pela propriedade de sua moradia, do centro de trabalho ou de estudos, do centro médicos os que produzem nos terrenos cultiváveis ou onde se constroem suas comunidades, adverte o analista político.

Este é um tema de solidariedade humana, de respeito à soberania das nações. Unamos à rejeição internacional à criminosa e intervencionista Lei Helms-Burton, disse Rentería.

Ele afirmou que a Lei Helms-Burton é sem dúvida alguma uma criminosa e intervencionista norma unilateral de Estados Unidos criada pelos falcões do passado e agora os do presente a sua pretensão da aplicar e cujo chefe Donald Trump não se oculta, e se aprofunda em sua ameaça ao povo cubano.

Rentería solicitou respaldo internacional para Cuba, da mesma maneira em que o bloqueio econômico dos Estados Unidos para Cuba tem encontrado a rejeição da comunidade internacional nas votações pelo fim desta política na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas nas 26 resoluções adotadas no organismo com esse propósito.

Sanções unilaterais

Em 9 de maio, recordou, o governo do México fez público sua rejeição a aplicação do Título III da Helms-Burton contra a Ilha e reiterou seu compromisso de proteger juridicamente às empresas mexicanas que pudessem ser afetadas.

A União Européia também condenou esta lei através de um comunicado no último dia 20 de abril, assinado pela Alta Representante para Assuntos Exteriores desse organismo, Federica Mogherini. Da Rússia, a porta-voz da chancelaria, María Zajárova, expressou recentemente que seu país se opõe à imposição de sanções unilaterais contra outros Estados.

Por sua vez, o relator especial do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, Idriss Jazairy, assegurou em 13 de maio que a ativação dos títulos III e IV da Lei Helms-Burton ataca as perspectivas econômicas de Cuba e causa um grave impacto no povo da Ilha.

A informação é da Prensa Latina