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13 de janeiro de 2018 - 17h59

Rússia volta a criticar Israel por ocupação em territórios palestinos

Nir Elias / Reuters
O governo israelense se recusa a reconhecer a Palestina como uma entidade política e diplomática independente e continua a construir assentamentos nas áreas ocupadas O governo israelense se recusa a reconhecer a Palestina como uma entidade política e diplomática independente e continua a construir assentamentos nas áreas ocupadas

Na mesma nota, a pasta disse que tal atitude de Tel Aviv não incentiva as condições de estabelecimento para a abertura das conversações diretas entre os dois lados.

Em 10 de janeiro, a Administração Civil israelense adotou o plano de construção de mais de 1.100 unidades de habitação em 20 assentamentos na Cisjordânia. A administração acrescentou que outros projetos de construção de Israel nos territórios palestinos podem ser acordados em um futuro próximo.

"Moscou reafirma a posição de princípio da Rússia sobre a ilegalidade das atividades de assentamento de Israel nos territórios palestinos, inclusive em Jerusalém Oriental. Acreditamos que a posição de Israel não é favorável à criação de condições para a abertura das conversações diretas entre israelenses e palestinos durante o qual todos os problemas relacionados ao status final devem ser resolvidos ", afirmou o comunicado do Kremlin.

O Ministério de Relações Exteriores da Rússia acrescentou que os passos de Israel prejudicaram as perspectivas de resolução do conflito israelense-palestino sobre o princípio da solução de dois Estados – posição compartilhada por várias nações árabes.

Durante décadas, Israel entrou em conflito com os palestinos, que buscavam o reconhecimento diplomático de seu Estado independente nos territórios da Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental, que são parcialmente ocupados por Israel e a Faixa de Gaza.

O governo israelense se recusa a reconhecer a Palestina como uma entidade política e diplomática independente e continua a construir assentamentos nas áreas ocupadas, apesar das objeções das Nações Unidas.


Fonte: Sputnik

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