América Latina

8 de janeiro de 2018 - 16h00

Macri aumenta a dívida externa da Argentina em 35%

El Político
Em dois anos a dívida externa argentina aumentou 35%  Em dois anos a dívida externa argentina aumentou 35% 

De acordo com o estudo, a cada 100 dólares, 84 foram destinados para estabelecer a fuga de capitais e financiar dividendos das empresas estrangeiras. “O financiamento externo não foi destinado a induzir mudanças sobre a estrutura produtiva que permita uma maior geração de divisas através da economia real, mas sim financiar a festa que gera a enorme bicicleta financeira criada pelo governo argentino. Este modelo se mostra insustentável com o tempo”, diz um trecho divulgado do documento.

Com esta lógica, os especialistas do instituo afirmam que diante de uma mudança das condições externas sobre o fluxo de financiamento, colocaria em xeque o atual modelo econômico.

O estudo revela ainda que durante a gestão de Macri, as emissões de títulos públicos e letras do Tesouro Nacional em modela local e estrangeira subiram para 63.969 milhões de dólares e que durante 2017 a “dívida externa foi o respiro oficial desta política”. A Argentina consolidou uma posição de quem empresta muitos recursos de fundos externos e assim apareceu um déficit comercial com a fuga de capitais.

“Este modelo deixa a Argentina em uma situação de extrema vulnerabilidade diante de uma mudança repentina nas condições de financiamento e nos mercados internacionais; um desajuste que afete o setor externo terá, inevitavelmente, um impacto, e dada a estrutura econômica e distributiva desenhada pela gestão atual, terminará impactando de maneira mais severa os setores populares, que tem sido os únicos afetados pelas medidas do governo da coalizão Cambiemos”, diz o estudo.



Do Portal Vermelho, com Telesur

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