30 de novembro de 2017 - 10h14

PCdoB recebe estudantes do Brasil para Congresso da UBES

   

O evento, de âmbito nacional e tido como o maior encontro de secundaristas da América Latina, prevê reunir 10 mil estudantes para debater os rumos do movimento estudantil no país e eleger a nova diretoria. Na pauta, a discussão sobre projetos de governo que diminuem a Nação, atingindo a todos os brasileiros, como é o caso das reformas do Ensino Médio, Trabalhista e da Previdência. A presidenta da UBES, Camila Lanes, disse que será um Congresso de resistência à retomada da direita ao poder e contra as reformas de Michel Temer. “Vamos continuar resistindo nas escolas e nas ruas pelo Fora Temer, por Diretas Já! e pelos nossos direitos”, pontuou.

O PCdoB é um dos partidos que mais apoia o movimento estudantil no país. Em Goiás, os mandatos da deputada Isaura Lemos e da vereadora Tatiana Lemos trabalham para que seja mantido o passe-livre estudantil e o direito de acesso de todas e todos a uma escola pública de qualidade e livre das amarras políticas dos que pretendem reprimir a opinião pública e a voz dos estudantes.

Nesse sentido, Isaura e Tatiana lideraram as manifestações contra a criminalização dos movimentos sociais, pretendida pela lei antiterrorista decretada pela Câmara Federal e pelo Senado. Na Assembleia Legislativa de Goiás, promoveram audiência pública com o mesmo objetivo, além de reunirem estudantes e reitores contra a recomendação oficial do Ministério Público Federal, para que a comunidade acadêmica se abstivesse de fazer qualquer tipo de debate sobre o processo de impedimento do governo da presidenta Dilma Rousseff, à época do golpe de Estado que a afastou do cargo. Por essa atuação e representatividade, a deputada Isaura Lemos foi uma das autoridades convidadas e homenageadas para compor a mesa na solenidade de abertura.

Após a solenidade, Isaura afirmou que um movimento estudantil é fundamental para que os ataques que o governo federal promove cotidianamente aos direitos do povo sejam barrados. Isaura falou ainda sobre a emoção de recordar o tempo em que ela lutou pela democracia durante a ditadura militar.

“Revivi meus momentos de luta durante a ditadura militar quando saía as ruas para defender a democracia. Hoje, como convidada e homenageada pela direção nacional da UBES na abertura do 42° Congresso, percebi que a luta é continua e não pode parar. Muito obrigada pela oportunidade de compartilhar desse evento que mostra a força que os estudantes têm para mudar o mundo. Uma juventude alerta para os problemas do País, é que vão continuar lutando por igualdade”, concluiu.



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