Brasil

4 de outubro de 2017 - 17h54

Reitor da UFPR: Apuração não deve descambar em punitivismo justiceiro


Reprodução
   
“Sobre os fatos dessa semana: a necessidade de apuração de malfeitos não pode se degenerar em denuncismo. O imperativo de apurar responsabilidades não deve descambar em punitivismo justiceiro. Moralidade pública não é a mesma coisa que moralismo administrativo”, escreveu o reitor da UFPR numa rede social.

Na última segunda-feira (2), Cancellier se matou num shopping de Florianópolis quinze dias depois de ter sido preso pela Operação Ouvidos Moucos. No bolso de sua calça foi encontrado o seguinte bilhete: “Minha morte foi decretada no dia do meu afastamento da universidade”.

A morte do reitor da UFSC foi atribuída ao excesso da atuação da Polícia Federal no caso, haja vista que a prisão de Cancellier e seu afastamento foram decididos unilateralmente sem ouvi-lo antes.

A tragédia em Santa Catarina reacendeu no Congresso Nacional a discussão acerca da punição ao abuso de autoridade.

Curiosamente, a UFPR também é alvo de investigação da Operação ‘Research’ que investiga suposto desvio de recursos públicos destinados à instituição. Desde dezembro de 2016, a PF investiga a concessão de bolsas relativas ao mandato anterior. Ou seja, a operação policial já dura quase 8 meses dentro da UFPR.


Fonte: Blog do Esmael

  • VOLTAR
  • IMPRIMIR
  • ENCAMINHAR

Últimas Mais