Brasil

3 de outubro de 2017 - 10h16

Massacre nos EUA reacende debate sobre porte de armas de fogo


Mingardi alerta que casos como o de mortes em massa por armas de fogo, tão comuns nos Estados Unidos, são mais difíceis de ocorrer aqui porque há mais dificuldade para que elas sejam obtidas: "É muito fácil adquirir arma lá. Você consegue adquirir, muitas vezes, sem nem aparecer, podendo encomendar pelo correio". Ele ressalta ainda que "quando o número de armas circulando e armas entre criminosos diminui, o número de homicídios também diminui".

"Precisamos tomar cuidados para manter a legislação como está, a pressão, o lobby que está havendo com a indústria armamentista em conversa com muitos deputados. Temos que impedir que esse lobby tenha sucesso porque, se depender deles, todo mundo vai andar armado e o número de mortos vai aumentar muito. Qualquer briga de bar ou de trânsito vai ter um morto", diz o especialista.

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