Movimentos

6 de setembro de 2017 - 13h31

Fórum Sindical mobiliza para ampliar pressão nas bases contra reformas


Reprodução do portal da Agencia Sindical
Fórum Sindical durante lançamento do Movimento Resistência por Um Brasil Melhor Fórum Sindical durante lançamento do Movimento Resistência por Um Brasil Melhor
Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho, Departamento Intersindical de estatística e Estudos Sócio-Econômicos, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar também estiveram presentes ao encontro.

Dia 28 de agosto, dirigentes do FST entregaram em Genebra ao diretor-geral da OIT, Guy Ryder, documento apontando que a reforma desrespeita Convenções das quais o Brasil é signatário – 98, 154 e 155. O próximo passo é reunir-se com o representante da OIT no Brasil, Peter Poschen.

Base

Para Artur, que também preside a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Alimentação (CNTA Afins), é preciso aumentar a pressão da base trabalhadora.

“Todas as ações que fizemos até agora são importantes. Mas nossa orientação é ir pra base, esclarecer o trabalhador a respeito do impacto violento da reforma, da perda de direitos”, afirma. “A pressão mais forte será essa, com as bases conscientes e mobilizadas”, argumenta Artur em entrevista à Rádio Web Agência Sindical.

CNBB

O Fórum, que já está fazendo abaixo-assinado para tornar nula a lei trabalhista de Temer, deve se reunir em breve com a coordenação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. De acordo com Artur Bueno de Camargo, já houve um primeiro encontro. Ele diz: “Agora, queremos fazer uma reunião mais ampla, para tratar de ações no campo sindical e também na questão dos direitos sociais e humanos”.

Metalúrgicos

Embora tenha ato já agendado para Rondônia, o FST deverá participar do protesto metalúrgico, na manhã de 14 de setembro, como forma de engrossar as fileiras do movimento Brasil Metalúrgico, coordenado por Sindicatos, Federações e Confederações filiadas à Força Sindical, CUT, UGT, CTB, Intersindical e CSP-Conlutas.



Fonte: Agência Sindical

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