Brasil

31 de agosto de 2017 - 11h41

Sem consenso, votação da reforma política é novamente adiada


Agência Brasil
   
O presidente interino da Câmara, André Fufuca (PP-MA), tentou colocar o texto em votação, mas sem consenso, o debate sobre o tema foi novamente adiado. Para fontes ligada ao Congresso, o novo adiamento sobre votação da matéria aumenta as dificuldades de um acordo em torno de mudanças, como a que estipula uma cláusula de barreira para partidos e o distritão.

A PEC precisará ser aprovada pela Câmara em dois turnos de votações, por no mínimo 308 votos, para então ser encaminhada para nova apreciação pelo Senado. A proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado e promulgada antes do dia 7 de outubro para valer para as eleições do ano que vem.

Além de propor o fim das coligações nas eleições proporcionais já para as eleições de 2018, a PEC também prevê uma cláusula de desempenho para o acesso a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de rádio e TV na propaganda eleitoral e partidária. Também cria a federação partidária para unir partidos pequenos e institui a fidelidade partidária.



Com informações de agências

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