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1 de agosto de 2017 - 17h20

Ato em defesa da UnB reunirá sindicatos, alunos e trabalhadores


Cortes feitos pelo governo federal deixou universidade em grave situação Cortes feitos pelo governo federal deixou universidade em grave situação
A redução de 45% dos recursos investidos nas universidades federais lançou as instituições em uma grave crise financeira, impondo a redução de programas, contratos e até dificultando o pagamento de contas. Em Brasília, a TEMERosa medida resultou em mais de 200 trabalhadores em aviso prévio, com o risco de ampliação desse número.

A Central Única dos Trabalhadores de Brasília engajou-se nessa luta e, junto aos seus sindicatos filiados, engrossa as fileiras de resistência na defesa dos trabalhadores e trabalhadoras terceirizados que estão sofrendo ameaça de demissão.

“Infelizmente, sempre que se fala em recessão, o trabalhador e a trabalhadora são os primeiros atingidos. É necessário buscar mecanismos para que a prestação do serviço não seja precarizado e os profissionais possam exercer suas funções sem o risco do desemprego. Esse foi mais um sério dano causado pelo golpismo e que precisa ser combatido”, defende Rodrigo Britto, presidente da CUT Brasília.

Para Mauro Mendes, coordenador-geral do Sintfub, somente com a pressão popular poderemos barrar mais esse retrocesso. “Entendemos que o ato é extremamente importante, pois, por meio dele, mostraremos que não aceitamos a precarização da educação. O governo ilegítimo tem atuado com políticas que visam o fim do Ensino Superior e que afetam os trabalhadores. Precisamos estar juntos, lutando pelo nosso bem”, afirma.

O ato, que coincide simbolicamente com a votação em plenário das denúncias contra o presidente golpista, Michel Temer, está previsto para iniciar às 9h, no campus Universitário Darcy Ribeiro, em frente à reitoria.



CUT Brasília

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