Brasil

3 de julho de 2017 - 16h46

PF prende Geddel Vieira Lima


Foto: Beto Barata/PR
   
Ainda segundo o site, o Ministério Público Federal teria informando que a prisão foi baseado em informações dadas em depoimentos recentes do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva -- os dois últimos em acordo de colaboração premiada.

O MPF cita mensagens enviadas entre maio e junho deste ano por Geddel à esposa de Lúcio Funaro, em que o ex-ministro, identificado pelo codinome “carainho”, tenta saber da mulher do doleiro sobre a disposição dele em delatar.

De acordo com os investigadores, os novos elementos revelaria que Geddel continua agindo para obstruir a apuração de supostos crimes.

Geddel já é um dos investigados por uma das ramificações da Lava Jato, a Cui Bono. Deflagrada no dia 13 de janeiro, a operação apura irregularidades cometidas na vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, durante o período em que foi comandada por Geddel.

A investigação teve origem na análise de conversas registradas em um aparelho de telefone celular apreendido na casa do então deputado Eduardo Cunha, também preso.


Do Portal Vermelho, com informações do G1

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