Brasil

21 de maio de 2017 - 11h44

Advogados querem apoio mundial para garantir liberdade de Assange


Julian Assange, na embaixada do Equador em Londres Julian Assange, na embaixada do Equador em Londres
Na ltima sexta-feira (19), as autoridades da Sucia arquivaram uma acusao contra Assange por estupro, crime que ele sempre negou ter cometido. H anos, o ciberativista australiano est refugiado na Embaixada do Equador em Londres.

Embora no corra mais o risco de ser extraditado para a Sucia, ainda pode ser preso pela polcia britnica por no ter comparecido a um tribunal do pas e tambm pode ser extraditado para os Estados Unidos, por ter vazado uma srie de documentos secretos do governo norte-americano.

"Falando francamente, ns ainda no sabemos quando [Assange deixar a embaixada]", disse Garzn em entrevista Russia Today neste sbado. "Vamos, outra vez, buscar apoio das Naes Unidas e outras autoridades, assim como do governo do Reino Unido. O Equador est tentando fazer o mesmo, e espero que isso acontea logo", explicou.

"O governo da Austrlia precisa ajudar Assange: advogado."

De acordo com Garzn, o caso sobre o suposto estupro cometido pelo ativista nunca deveria ter sido aberto, pela falta de evidncia. No entanto, no final de 2011, ele foi formalmente acusado de estupro e abuso sexual na Sucia, e colocado na lista de procurados da Interpol. Assange estava na Inglaterra na poca e, meses depois, a Justia britnica decidiu pela sua extradio. Com medo de ir para a Sucia e, de l, ser extraditado para os EUA, ele buscou refgio na Embaixada do Equador, onde permanece at hoje.


Fonte: Sputnik

  • VOLTAR
  • IMPRIMIR
  • ENCAMINHAR

ltimas Mais