Brasil

20 de abril de 2017 - 16h31

Assad: Não houve ataque químico; isso é provocação


Sputnik/ Sergei Mamontov
Bashar al-Assad Bashar al-Assad
"Isso não é verdade, de qualquer forma, essas fronteiras estão sob o controle do Daesh até este momento, não é síria nem russa, nem mesmo ocidental ou americana ou qualquer outra, é apenas o Daesh quem controla essas fronteiras, por isso é seguro para al-Baghdadi estar nessa área", disse Assad.

Alguns meios de comunicação informaram anteriormente que al-Baghdadi havia sido preso na Síria perto da fronteira com o Iraque. Esta informação não foi confirmada oficialmente.

Assad também declarou que os Estados Unidos e outros países ocidentais bloqueiam as tentativas de investigação sobre o uso de armas químicas na Síria.

"Especialistas verão que todos os relatos sobre o ataque químico em Khan Shaykhun não são verdade assim que eles chegarem ao local", disse o líder sírio.

Segundo ele, a Síria enviou uma carta à ONU solicitando o envio de uma delegação para investigar os supostos ataques químicos na região.

"Formalmente, enviamos uma carta às Nações Unidas, que foi convidada a enviar uma delegação de especialistas para investigar o que aconteceu em Khan Shaykhun. Claro, eles não enviaram ninguém até agora, porque os países ocidentais e os Estados Unidos impedem a chegada de uma delegação", disse Assad.

Assad argumentou que o Exército sírio atacou posições de rebeldes em Khan Shaykhun, mas diz que não houve uso de armas químicas e que o horário do ataque divulgado pelos países ocidentais não é correto.


Fonte: Sputnik

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