Mundo

19 de abril de 2017 - 15h55

EUA deslocam militantes da Síria e Iraque para Iêmen


Sputnik
Iemenitas, armados, protestam diante da sede da ONU em Sana, após ataque da Arábia Saudita Iemenitas, armados, protestam diante da sede da ONU em Sana, após ataque da Arábia Saudita
"Os EUA participam há muito tempo do conflito iemenita. Desde março de 2015, eles têm apoiado a Arábia Saudita. É provável que os ataques contra civis, incluindo mulheres e crianças, se tenham tornado o pretexto oficial para aumentar o envolvimento dos EUA no conflito", diz Muhammad Anam.

Ele acrescentou que foi anunciado oficialmente um apelo para lutar contra os terroristas do Daesh e da Al-Qaida, mas os EUA apoiam estes terroristas no Iêmen da mesma forma que eles fazem na Síria e no Iraque.

"A Arábia Saudita é apenas um instrumento nas mãos dos políticos americanos. E as ações de ambos os países são destinadas à realização de interesses políticos. Apenas os iemenitas combatem realmente contra os terroristas", sublinhou Muhammad Anam.

O político iemenita adicionou que o Congresso advertiu Donald Trump sobre as consequências do apoio à Arábia Saudita e a Abdrabbuh Mansour Hadi, o ex-presidente iemenita que hoje se encontra na Arábia Saudita. Um dos objetivos do apoio americano às organizações terroristas foi o ataque contra interesses da Rússia, considera Muhammad Anam.

"Os EUA estão dispostos a aplicar esforços para regular conflito no Iêmen por meio de negociações", declarou o chefe do Pentágono, James Mattis, durante sua primeira visita à Arábia Saudita.

Segundo informa a Reuters, Mattis destacou que "pessoas inocentes" continuam morrendo no Iêmen, acrescentando que é preciso "pôr urgentemente um fim" a isso.


Do Portal Vermelho, com informações da agência Sputnik

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