América Latina

22 de fevereiro de 2017 - 11h00

Unasul desmonta teoria de fraude em eleições do Equador


Reuters
Mais de 12 milhões de equatorianos foram às urnas neste domingo (19) para eleger o novo presidente, 137 deputados e 5 representantes do Parlamento Andino Mais de 12 milhões de equatorianos foram às urnas neste domingo (19) para eleger o novo presidente, 137 deputados e 5 representantes do Parlamento Andino
O porta-voz da Missão Eleitoral da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), Alexander Vega, disse que o atraso não deve ser atribuído a uma tentativa de fraude.

A contagem “é um procedimento normal” no qual o Equador tem sido “muito rápido” e é por isso que “é uma questão de esperar”. Três dias depois, faltam apenas 5% dos votos para serem apurados. Ainda assim não é possível afirmar com certeza se haverá ou não segundo turno.

De acordo com o presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Juan Pablo Pozo, a demora na conclusão da apuração se deve a problemas em cédulas de papel que podem ser impugnadas e à demora no traslado de urnas desde áreas mais isoladas no país, principalmente na Amazônia.

Para vencer no primeiro turno, no Equador, o candidato deve ter 40% dos votos e uma diferença de 10% do segundo concorrente. Lenín Moreno conta, até o momento, com 39,2% dos votos, contra 28,37 de seu opositor Guillermo Lasso.



Do Portal Vermelho, com Sputnik

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