Mídia

16 de fevereiro de 2017 - 19h03

Um ano de Resistência


   
O Resistência nasceu navegando em mares revoltos, em meio à turbulência da ofensiva conservadora e neofascista que assola o Brasil, a América Latina e o mundo, expressão dos impasses e contradições da crise capitalista.

Como site que se dedica a divulgar a opinião dos comunistas e de seus aliados principalmente em relação às questões da conjuntura internacional, não deixamos, por outro lado, de atentar para a luta política no Brasil, antes e após o golpe de Estado consumado em 31 de agosto de 2016.

Denunciamos o golpe e podemos dizer que nenhum assunto de relevância no campo da geopolítica deixou de ser abordado neste período. Saudamos os 90 anos do comandante Fidel Castro e pranteamos sua morte, expressamos nossa solidariedade aos povos em luta; denunciamos constantemente a ofensiva conservadora e a indústria da guerra.

Celebramos o acordo de paz entra a Farc e o governo colombiano assim como divulgamos e apoiamos a luta popular pela paz mundial. Noticiamos as mobilizações dos trabalhadores contra a opressão capitalista, informamos sobre a crescente articulação do movimento comunista internacional e da esquerda progressista em defesa das bandeiras históricas de justiça e liberdade. A experiência de construção do “socialismo com características chinesas” foi tema de diversas publicações e analisamos, em vários artigos, assuntos como o Brexit, a disputa eleitoral estadunidense e a eleição de Donald Trump.

Durante este primeiro ano de existência publicamos 1.314 matérias e artigos, muitos de lavra própria da redação ou de colaboradores, outros traduzidos ou reproduzidos de sites amigos.

Resistência se alegra por ter alcançado neste período mais de 1,3 milhão de vistas, um número satisfatório tendo em vista as limitações humanas e materiais que condicionam o trabalho do site e o escopo muito específico do seu tema (relações internacionais).

Chegamos até aqui graças também ao trabalho de camaradas que contribuem voluntariamente com o Resistência, característica que pretendemos aprofundar, envolvendo cada vez mais militantes que compreendem a importância de travar a luta de ideias em todos os campos.

Muitos anos de vida ao Resistência pois a política internacional é terreno fértil para a elevação da consciência política. Nele se desnuda sem rebuços a face predadora, opressora e injusta do capitalismo/imperialismo, revelando que aos povos resta a escolha entre o socialismo e a barbárie. O Resistência é porta-voz e defensor, modesto, mas abnegado, da primeira opção.




 *Wevergton Brito Lima é jornalista, membro da Comissão de Política e Relações Internacionais do PCdoB

Fonte: Resistência

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