Movimentos

10 de fevereiro de 2017 - 18h00

Servidores em greve ameaçados de prisão em Florianópolis


Sintrasem
   
A principal justificativa do pacote de medidas é a crise econômica da prefeitura. Segundo o prefeito, a dívida do município pode chegar a R$ 1 bilhão — Cesar Souza Júnior, prefeito até dezembro de 2016, falava de R$ 90 milhões em dívidas. No entanto, nenhum balanço das contas da prefeitura foi divulgado à população ou mesmo enviado à CMF como subsídio aos vereadores. 

O vereador Lino Peres (PT), um dos líderes da oposição e dos poucos parlamentares que têm votado contra os projetos do prefeito, questiona: “que dívida é essa? Com base em quê o prefeito constatou isso? Eu até concordo que deve ter um défict, eu concordo que o prefeito tem direito de fazer medidas austeras,mas que coloque de forma tranquila e em debate com a sociedade”.

A ex-deputada Angela Albino (PCdoB-SC) rechaça o pedido da procuradoria em pedir a prisão dos diretores do Sindicato. "Consideramos uma medida antidemocrática e pedimos ao prefeito Gean Loureiro que retome o diálogo com a categoria", afirma. 

Servidores nas ruas de Florianópolis 


Em um comunicado lançado no site do Sintrasem, os grevistas reafirmam que não acatarão as ameaças de prisão, "O prefeito Gean Loureiro (PMDB) em mais uma tentativa de desmobilizar a categoria, informa que pedirá na justiça a prisão dos diretores do Sintrasem. Esqueceu que o sindicato é formado por todos os trabalhadores municipais e que as ameaças não irão desconstruir nosso movimento. Nossa força é a unidade na greve. Juntos Somos mais fortes! Trabalhador unido, jamais será vencido", dizem os diretores. 

Diretora do Sintrasem, Ana Cláudia da Silva, durante a concentração frente à Secretaria Municipal de Assistência, de Florianópolis, explicou o atual contexto da greve, Confira abaixo: Vídeo: Desacato




Do Portal Vermelho, Laís Gouveia, com agências 

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