América Latina

10 de janeiro de 2017 - 16h34

Desigualdade social aumenta durante governo de Maurício Macri


AFP
Macri coloca a culpa da economia em declínio nos governos anteriores Macri coloca a culpa da economia em declínio nos governos anteriores
Em números, significa que os argentinos da base da pirâmide viveram com 1.370 pesos (em média 275 reais) por mês, contra 34.998 pesos (em torno de 7.000 reais) do estrato mais alto. A última estatística também revelou que a metade dos argentinos ganha menos de 8.000 pesos (1610 reais) por mês, ou seja, vive com pouco mais de 50 reais por dia.

O número está acima dos 325 dólares (1.038 reais) necessários para cobrir a Cesta Básica Alimentar (CBA), que determina a linha da indigência, mas bem abaixo dos 745 dólares (2.380 reais) necessários para cobrir a Cesta Básica Total (alimentos e serviços) de uma família média.

No final de setembro, Macri admitiu que 32% da população eram pobres, um número que transformou em algo difícil de cumprir sua promessa de campanha de "pobreza zero". O PIB caiu 3,8% no terceiro trimestre, a atividade industrial desabou 4,1% e a inflação foi de 40%.

Sem argumentos mais consistentes, a justificativa de Macri diante da economia em declínio é de que foi preciso primeiro salvar o país da “herança” dos kirchnerismo e garante que agora, em 2017, a história será diferente.


Leia também:
 

Do Portal Vermelho, com informações do Brasil 247

  • VOLTAR
  • IMPRIMIR
  • ENCAMINHAR

Últimas Mais