Economia

26 de setembro de 2016 - 11h36

De volta ao passado: Governo Temer em reunião com o FMI


Foto: ReproduçãoDANIEL FERREIRA/METRÓPOLES
   
Para quem não se lembra, vale resgatar que em 2002, antes de deixar o governo, o tucano Fernando Henrique Cardoso recorreu aos cofres do FMI para fechar as contas do ano. Fez um empréstimo de US$ 41,75 bilhões. Em 2005, o governo Lula tomou a decisão histórica: quitou o restante da dívida contraída por FHC e livrou o país das exigências do FMI.

E não foi só isso. Em 2009, em outro momento histórico, o Brasil emprestou dinheiro ao Fundo: US$ 10 bilhões para ajudar países emergentes em meio à crise internacional. E voltou a emprestar ao órgão em 2012 (US$ 10 bilhões), para socorrer países da zona do euro.

Agora, com o retrocesso da política de Temer, o deficit fiscal foi ampliado em mais de R$ 100 bilhões, mas, a despeito das promessas de “volta da confiança”, a arrecadação de impostos tem caído mês a mês. Estados e municípios estão prestes a decretar estado de calamidade pública.

O Brasil segue o caminho da Argentina, de Maurício Macri, que reabriu as portas do país para as missões periódicas do FMI.


Do Portal Vermelho, com informações do Brasil 247

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