Brasil

15 de junho de 2016 - 21h24

Professora Marcivânia critica a extinção de regionais dos Correios


   
“A concentração de atividades sempre gera problemas na execução das tarefas e não a melhoria na qualidade do serviço. Como é que o processo se tornará mais ágil se o comando dele será em outro estado?”, questiona.
Para ela, não é a reestruturação que vai equilibrar os gastos da empresa, mas “a otimização dos recursos”.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Amapá, Decírio Belém da Costa, a nova estrutura vai contra a função social da empresa ao visar apenas o lucro. De acordo com ele, atualmente, há 28 agências em todas as localidades do Amapá. Com a nova estrutura, o número diminuirá para 14 agências, por exemplo.

Já o chefe do Departamento de Planejamento Estratégico dos Correios, Hudson Alves, defende reestruturação para barrar aumento de gastos com pagamento dos funcionários. Segundo ele, em 2010, 48% da receita era destinada a esse custeio – percentual que saltou para 70% em 2015.

Durante a audiência, Professora Marcivânia cobrou compromisso com a suspensão da reestruturação até que o processo seja detalhadamente analisado.


 Fonte: PCdoB na Câmara

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