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27 de fevereiro de 2015 - 17h45

Sobre a Petrobras não há noticiário, apenas veneno, dispara Urariano

Ilustração: Andocides Bezerra
Sobre a Petrobras não há noticiário, apenas veneno, dispara Urariano Mota em sua coluna na Rádio Vermelho.

Para o jornalista pernambucano, a atuação dos meios de comunicação conservadores em torno da cobertura sobre a Petrobras reflete um posicionamento que está contra os interesses nacionais, o qual a mídia tenta anuviar afirmando que se trata de "paranoia, ou de mania de perseguição da esquerda".

Ao desconstruir editorial do impresso O Globo, publicado no dia 24 de fevereiro, Urariano Mota afirmou "o editorial foi uma iluminação de dois sóis, de fuzil de fogo e de tiro de inimigo. Dizia ele: “Se a Petrobras, em condições normais, já tinha dificuldades para tocar esse plano de pedigree ‘Brasil Grande’”. Ouviram bem, pedigree de Brasil Grande, e nesse pedigri falam mais alto os primeiros sentidos de ascendência de cachorro, de animal de raça. E concluía o parágrafo do editorial: “Não há como sustentar o modelo”. Ora, então entreguemos de vez o pré-sal a empresas e países mais capacitados. Mas o petróleo que O Globo diz estar “no fundo do mar” já enche 700 mil barris/dia. Em resumo, o que editorial quis dizer foi: renunciemos ao sonho impossível, a esse sonho maluco de ver o Brasil como uma pátria grande e universal. Que não foi sequer sonhada por Policarpo Quaresma".

E mais: "Ou seja, sobre a Petrobras, não existe noticiário. É só veneno. É só desejo, que nem se disfarça mais, de apostar todas as fichas no caos. O depois desses dois momentos históricos é agora, continua na guerra articulada contra a Petrobras e o pré-sal, que o editorial de O Globo tão bem revelou, e Lula soube melhor responder no mesmo dia".


Acompanhe íntegra da coluna na Rádio Vermelho


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