Brasil

25 de outubro de 2014 - 12h29

Indecisos do debate da Globo de 2010 mudaram de vida para melhor


Linha do tempo de Josivaldo, indeciso em 2010, na imagem da GloboNews
A vendedora baiana Coracy Vieira, por exemplo, que questionou sobre a valorização dos professores no debate daquele ano. A filha de Coracy, professora de inglês, procurava há algum tempo uma vaga de emprego numa escola. Em 2011, ela conseguiu empregar-se em uma escola bilíngue e, junto do marido e do filho, mudou-se para um imóvel recém comprado. No ano seguinte ela, Raquel, trocou de emprego, passando a receber 50% a mais. Em 2013, Coracy trocou de carro, Raquel comprou um veículo financiado e Alexandre, filho de Coracy, conseguiu um emprego. É verdade que ainda é preciso mudar mais: assim como Coracy ainda sonha com mais conquistas, a educação pode melhorar, e é isso que ela quer.

Robinson na fazenda do paiO porto-alegrense Robinson Luís, funcionário público, também esteve no debate da Globo. O funcionário público cresceu em uma pequena propriedade de agricultura familiar, mas de lá saiu aos 19, e por isso questionou qual era a proposta para manter o jovem no campo, mas com garantia de renda. De lá pra cá, sua esposa, Vanessa, recebeu aumento de salário, Robinson recebeu uma gratificação, e a propriedade do pai de Robinson teve uma boa safra em 2012, aumentando sua produção. Em 2013, o casal compraria uma área para construir um condomínio de casas e em 2014, faria uma reforma e ampliação de sua casa. Avanços dignos de um país que cresce.

Pedro Belém é um contador, morador de São Paulo, e é outro dos personagens daquele debate. Na oportunidade, ele questionou como benefícios como o Bolsa Família poderiam não se tornar vitalícios, com possibilidades de independência financeira. Em 2013, ele visitaria famílias que recebem o benefício, reconhecendo os méritos do programa. Na vida pessoal e familiar, Pedro viu sua então mulher passar em um concurso da Caixa e ter o salário triplicado. Além disso, depois de separar-se, Pedro fez cursos de aperfeiçoamento em contabilidade, sendo, assim, mais valorizado no trabalho, acredita.

De Pernambuco, o microempresário Josivaldo Silva também viu sua vida mudar muito desde 2010. Dono de um pequeno mercadinho, ele reformou o estabelecimento em 2011, investiu em 2012, e dobrou-o de tamanho em 2013. Já em 2014, Josivaldo alugou um segundo mercadinho. Fora isso, em 2011 o microempresário comprou seu primeiro carro, no ano seguinte alugou uma casa para a família, e em 2013 viu seu irmão passar num concurso dos Correios.

Por fim, vale lembrar a história de Melissa Bonavita, estudante carioca. Em 2011 ela deixou o emprego numa central de telemarketing e foi contratada como recepcionista em uma empresa de comércio exterior. Em 2012, grandes passos: terminou os cursos de inglês e espanhol, formou-se na faculdade de Turismo e foi promovida, passando para a área técnica da empresa de comércio exterior. Em 2013, Melissa se mudou para um apartamento comprado na planta três anos antes. Em 2014, foi atrás do sonho: passou a vender pacotes de viagem com um amigo, pretendendo abrir uma agência.

Do Portal Vermelho, com informações do site Muda Mais


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