Mundo

26 de setembro de 2013 - 11h11

Coreia Popular denuncia repressão a patriotas na Coreia do Sul


Por esta razão, a República Popular Democrática da Coreia (RPDC) decidiu adiar o encontro entre familiares separados e as conversações para a retomada do turismo no monte Kumgang até que se prepare um ambiente normal para o diálogo e negociações entre ambas as partes coreanas.

Longe de sentir a responsabilidade, as autoridades sul-coreanas agravam mais a situação com sofismas como "intervenção em asuntos internos".

O porta-voz da Direção da Aliança Pan-nacional pela Reunificação da Pátria (APRP), em declaração emitida nesta quinta-feira (26), denuncia estas opiniões como ato antinacional, antidemocrático e contrário à reunificação.

A declaração assinala que os títeres sul-coreanos congelam o clima de melhora das relações intercoreanas, preparado difícilmente, e desafíam a aspiração nacional perseguindo tenazmente a confrontação fratricida e a ditadura fascista.

Esses títeres, conforme a nota, perseguem os que apoiam a Declaração Conjunta aprovada entre ambas as partes coreanas e demandam sua execução.

As autoridades sul-coreanas devem esclarecer toda a nação sobre sua posição, se reconhece ou não a Declaração Conjunta Norte-Sul, antes de falar da "construção de confiança", diz a nota da APRP.

Não se pode discutir a "confiança" sem respeitar e executar a Declaração Conjunta Norte-Sul, enfatiza

Com informações da Embaixada da RPDC no Brasil


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