América Latina

6 de março de 2013 - 9h02

Oclae lamenta a morte do comandante da Revolução Bolivariana 

Em declaração, a Organização Continental Latino-americana e Caribenha de Estudantes (Oclae) lamentou nesta terça-feira (5) a morte do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, desde Havana, capital de Cuba. 


Declaração da Organização Continental Latino-americana e Caribenha de Estudantes (Oclae)

A pátria latino-americana recebeu a triste e dolorosa notícia do falecimento do Comandante presidente Hugo Rafael Chávez Frias, em plena luta contra uma longa e penosa enfermidade, que nunca subjugou seu espírito de guerreiro e combatente. Uma notícia que sem dúvida parece incrível ou longe da realidade para qualquer revolucionário deste continente, mas que lamentavelmente é real.

Nos deixa outro grande da história destas terras, planícies, colinas, cordilheiras, praias, florestas, rios e lagos que é a Nossa América. Nos deixa um novo Bolívar, San Martín, Sucre, O’Higgins, Martí, Che, um novo soldado da segunda independência, para passar à posteridade. Mas só o faz no aspecto físico, porque seus combates e sonhos perdurarão por séculos até que se concretize ao fim o ideal da independência, a soberania, a liberdade e a justiça desde o rio Bravo até a Patagônia.

Chávez protagonizou batalhas contra o neoliberalismo, foi líder na derrota à maior arma do imperialismo nos últimos tempos para o continente, a Alca, foi sem dúvida também o maior impulsor e defensor da unidade e da integração dos nossos povos e muito mais faltaria por dizer. Em Chávez se encontrava o índio e o mestiço, aos homens e mulheres destas paragens. Era um homem do seu povo, do seu povo venezuelano e latino-americano, era um homem do mundo porque também acreditava que a pátria era a humanidade.

Neste minuto de tristesa e de perda irreparável para o movimento revolucionário, os estudantes latino-americanos, milhões de secundaristas, universitários e graduados honramos sua memória e não o fazemos sentados, nem de joelhos. Fazemos isso na primeira linha de combate, com serenidade, valentia, confiança e unidade como ele gostaria de nos ver, como teria exigido. Fazemos isso ao lado do povo da Venezuela e sua Revolução Bolivariana, do que esta massa de estudantes é seu exército mais firme.

Viva Chávez!
Até a Vitória sempre!
Viveremos e lutaremos!
 


Tradução da Redação do Portal Vermelho
 
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