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Não foi no dia 1º de outubro que o nome do
próximo presidente da República saiu. O prejuízo causado à
candidatura de Luís Inácio Lula da Silva, da frente A Força do
Povo (PT, PCdoB e PRB), pelo jogo sujo da direita conseguiu
adiar por algumas semanas o final da batalha entre as forças
progressistas e patriotas e o bloco conservador das forças do
atraso, antidemocráticas, antinacionais e antipopulares,
representadas pela candidatura tucana de Geraldo Alckmin
(PSDB/PFL).
Lula, com as correntes políticas e sociais avançadas que o
apóiam, superou mais um obstáculo para alcançar a reeleição.
Venceu o primeiro turno com 46,7 milhões de votos, contra 39,9
milhões de Alckmin, e faltando apenas pouco mais de 1% (ou 1,2
milhões de votos) para resgatar a fatura já no primeiro turno.
Foi uma etapa em que o PCdoB também saiu fortalecido, elegendo
13 deputados federais e um senador, com um total de 1,98 milhões
de votos para a Câmara dos Deputados (2,13% dos votos) e 6,4
milhões para o Senado (7,5% do total).
É uma onda que vai se configurando pelo Brasil afora, e que vai
fazer naufragar, em 29 de outubro, o barco daqueles que querem
retomar o projeto neoliberal, como o guru econômico de Geraldo
Alckmin, Luiz Carlos Mendonça de Barros, que foi ministro das
Comunicações de FHC e hoje é um afoito defensor da retomada das
privatizações dos serviços portuários, das estradas de rodagem,
do setor elétrico, da Petrobrás, etc.
Com Lula e A Força do Povo, a história é outra. Com Lula, o
Brasil é nosso. E precisa ser cada vez mais nosso, mais
brasileiro e mais popular. Com uma economia forte, capaz de
gerar mais empregos (nos primeiros quatro anos de Lula, a média
mensal de criação de empregos foi onze vezes maior do que em
todos os oito anos de FHC), melhorar a renda dos brasileiros
(mais de três milhões saíram da faixa da pobreza absoluta, o
salário aumentou e com ele, o consumo, principalmente de
alimentos e materiais de construção), consolidar a soberania
nacional (o Brasil ampliou o número de parceiros internacionais,
fora da esfera das grandes potências) e melhorar o comércio
exterior (cujo saldo cresceu mais de três vezes em apenas quatro
anos, alcançando a inédita faixa de 120 bilhões de dólares de
exportações).
Estes são apenas alguns exemplos do desempenho do atual governo,
que o distingue radicalmente do período neoliberal de FHC e que
Geraldo Alckmin quer retomar. Com Lula, o Brasil é nosso – este
é o mote que os patriotas, progressistas e democratas vão
difundir a todos os rincões até o próximo dia 29; é o mote que
vai ajudar a reeleger Lula para fortalecer as mudanças e
consolidar os brasileiros como os principais protagonistas da
história em nossa Pátria, afastando as forças do atraso e do
imperialismo. |