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PCdoB
 

Vermelho.org.br - A Classe Operaria

Edição nº 293

outubro/2006

 

 

CAPA

Alckmin, o chefe da privatização
Com Lula, o Brasil é nosso
 

PCdoB

Abuso de poder nas eleições ao Senado
PCdoB ganha fôlego para enfrentar cláusula de barreira
Vitória histórica no Ceará
Milhões de votos para o PCdoB
PCdoB cresce nas majoritárias
De vereadora a deputada federal mais votada
Aldo vai para o 5º mandato
Jô é federal
PCdoB quer uma reforma política para ampliar a democracia
 

 NACIONAL

Alckmin chefiou a privataria em São Paulo
Beijo da morte
O alckimista do desastre
Sem legitimidade constitucional
Uma lei que repete a ditadura
Perguntas de um trabalhador que lê... a Folha
 

 Movimento

A luta para derrotar Alckmin no segundo turno
Mobilizar para garantir a vitória
 

 INTERNACIONAL

Lula X Alckmin: dois projetos antagônicos
 

ESPECIAL

No rastro das mazelas do liberalismo
 

 

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CAPA

 

PRIVATARIA TUCANA

Alckmin, o chefe da privatização
Geraldo Alckmin foi um verdadeiro exterminador do futuro; ele privatizou a companhia de gás, o setor elétrico, o Banespa, os trechos lucrativos das melhores rodovias paulistas, a administração dos hospitais públicos e vendeu 49% do banco Nossa Caixa. Travou o desenvolvimento de São Paulo, estado que virou cemitério de indústrias e de empregos. Ele aplicou a mesma política privatista de FHC, cujo descalabro até a VEJA denunciou na ocasião


 

 

EDITORIAL

Com Lula, o Brasil é nosso

Não foi no dia 1º de outubro que o nome do próximo presidente da República saiu. O prejuízo causado à candidatura de Luís Inácio Lula da Silva, da frente A Força do Povo (PT, PCdoB e PRB), pelo jogo sujo da direita conseguiu adiar por algumas semanas o final da batalha entre as forças progressistas e patriotas e o bloco conservador das forças do atraso, antidemocráticas, antinacionais e antipopulares, representadas pela candidatura tucana de Geraldo Alckmin (PSDB/PFL).

Lula, com as correntes políticas e sociais avançadas que o apóiam, superou mais um obstáculo para alcançar a reeleição. Venceu o primeiro turno com 46,7 milhões de votos, contra 39,9 milhões de Alckmin, e faltando apenas pouco mais de 1% (ou 1,2 milhões de votos) para resgatar a fatura já no primeiro turno. Foi uma etapa em que o PCdoB também saiu fortalecido, elegendo 13 deputados federais e um senador, com um total de 1,98 milhões de votos para a Câmara dos Deputados (2,13% dos votos) e 6,4 milhões para o Senado (7,5% do total).

É uma onda que vai se configurando pelo Brasil afora, e que vai fazer naufragar, em 29 de outubro, o barco daqueles que querem retomar o projeto neoliberal, como o guru econômico de Geraldo Alckmin, Luiz Carlos Mendonça de Barros, que foi ministro das Comunicações de FHC e hoje é um afoito defensor da retomada das privatizações dos serviços portuários, das estradas de rodagem, do setor elétrico, da Petrobrás, etc.

Com Lula e A Força do Povo, a história é outra. Com Lula, o Brasil é nosso. E precisa ser cada vez mais nosso, mais brasileiro e mais popular. Com uma economia forte, capaz de gerar mais empregos (nos primeiros quatro anos de Lula, a média mensal de criação de empregos foi onze vezes maior do que em todos os oito anos de FHC), melhorar a renda dos brasileiros (mais de três milhões saíram da faixa da pobreza absoluta, o salário aumentou e com ele, o consumo, principalmente de alimentos e materiais de construção), consolidar a soberania nacional (o Brasil ampliou o número de parceiros internacionais, fora da esfera das grandes potências) e melhorar o comércio exterior (cujo saldo cresceu mais de três vezes em apenas quatro anos, alcançando a inédita faixa de 120 bilhões de dólares de exportações).

Estes são apenas alguns exemplos do desempenho do atual governo, que o distingue radicalmente do período neoliberal de FHC e que Geraldo Alckmin quer retomar. Com Lula, o Brasil é nosso – este é o mote que os patriotas, progressistas e democratas vão difundir a todos os rincões até o próximo dia 29; é o mote que vai ajudar a reeleger Lula para fortalecer as mudanças e consolidar os brasileiros como os principais protagonistas da história em nossa Pátria, afastando as forças do atraso e do imperialismo.

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