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Os trabalhadores brasileiros sempre
estiveram nas primeiras fileiras da luta pelo progresso,
pela melhoria das condições de vida de nosso povo, e pela
soberania de nosso país.
Em 2006, a comemoração do Dia do Trabalho ocorre num momento
de agravamento da luta política entre as forças que defendem
o avanço e a consolidação das mudanças iniciadas pelo
governo Lula, e aqueles que querem o retrocesso e a volta
dos tucanos à presidência da República, com seu programa
neoliberal, seus ataques contra a soberania do país, a
democracia e os direitos dos trabalhadores.
O Brasil precisa de um novo modelo de desenvolvimento com
valorização do trabalho, que só poderá se conquistado com o
engajamento das forças sociais interessadas. E os
trabalhadores se destacam entre todas elas, pelo seu número
e por serem os maiores interessados na transformação. Não há
mudança sem luta, e ela vai depender dos trabalhadores.
A direita conservadora precisa ser derrotada na eleição de
outubro, para barrar o retrocesso e avançar nas mudanças. No
Brasil, esse desafio se traduz hoje na necessidade de
reeleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cuja
vitória significará não só o afastamento da volta das
tendências conservadoras e pró-imperialistas ao Palácio do
Planalto, mas também terá conseqüências positivas para o
despertar democrático e patriótico de toda a América do Sul.
É um compromisso cuja aceitação o próprio presidente Lula
precisa indicar, e a melhor forma para isso será a
publicação de uma “Nova Carta aos Brasileiros”, mostrando
que um novo mandato será voltado para quem produz e
trabalha, com o desenvolvimento econômico, a universalização
de direitos e integração do continente. |