A irresponsabilidade e arrogância do governo dos EUA elevam mais uma vez a tensão mundial a nÃveis perigosos ao colocar de novo o mundo à beira de um conflito armado de consequências imprevisÃveis. O ataque violento e covarde contra a SÃria, realizado ao arrepio de todo o direito internacional público, chocou a humanidade civilizada.
O ataque contra a SÃria confirma que o objetivo dos EUA não é o combate ao terrorismo e muito menos a construção da paz, mas sim tentar impor sua hegemonia na conflituosa região e no mundo.
Usa como pretexto a mesma mentira com a qual justificou, em 2003, o crime de atacar o Iraque e destruir aquele paÃs como nação – a posse e uso de armas quÃmicas banidas pela legislação internacional.
Naquele ano, com desfaçatez, o então secretário de Estado Colin Powell mentiu ao Conselho de Segurança da ONU alegando falsamente que a existência de armas quÃmicas justificavam o ataque dos EUA; as armas, inexistentes, nunca foram encontradas.
Mas os EUA – que são a principal ameaça contra a paz mundial e a civilização – persistem no mesmo erro. Agora acusam, sem provas e desprezando qualquer investigação independente, a SÃria de usar armas quÃmicas, o que foi logo desmentido pelo governo sÃrio, que se colocou aberto a uma investigação internacional.
A atitude belicista dos Estados Unidos recrudesce e é uma razão de sua decadência. Movido, além do controle da enorme riqueza petrolÃfera da região, pelo desejo do imperialismo de se contrapor à evolução de uma realidade mundial adversa a seus propósitos desde a ascensão do poder mundial de nações que põem em xeque a ordem imperialista existente, sobretudo China, a Rússia e o Irã.
O belicismo irresponsável dos EUA coloca a paz mundial e a civilização em risco. Os EUA dirigem cada vez maiores provocações a paÃses soberanos como a China e a Rússia. Os ataques contra a SÃria se inserem em um movimento maior que busca resolver a crise econômica e, usando a violência da guerra, reverter a desvantagem crescente que os EUA enfrentam.
Isso coloca uma tarefa urgente para todos os democratas: um movimento pacifista de amplÃssimo alcance, que una os que percebem as graves ameaças que pairam sobre a civilização. É preciso, mais do que nunca, tomar as praças do mundo em defesa da paz.
O ataque contra a SÃria confirma que o objetivo dos EUA não é o combate ao terrorismo e muito menos a construção da paz, mas sim tentar impor sua hegemonia na conflituosa região e no mundo.
Usa como pretexto a mesma mentira com a qual justificou, em 2003, o crime de atacar o Iraque e destruir aquele paÃs como nação – a posse e uso de armas quÃmicas banidas pela legislação internacional.
Naquele ano, com desfaçatez, o então secretário de Estado Colin Powell mentiu ao Conselho de Segurança da ONU alegando falsamente que a existência de armas quÃmicas justificavam o ataque dos EUA; as armas, inexistentes, nunca foram encontradas.
Mas os EUA – que são a principal ameaça contra a paz mundial e a civilização – persistem no mesmo erro. Agora acusam, sem provas e desprezando qualquer investigação independente, a SÃria de usar armas quÃmicas, o que foi logo desmentido pelo governo sÃrio, que se colocou aberto a uma investigação internacional.
A atitude belicista dos Estados Unidos recrudesce e é uma razão de sua decadência. Movido, além do controle da enorme riqueza petrolÃfera da região, pelo desejo do imperialismo de se contrapor à evolução de uma realidade mundial adversa a seus propósitos desde a ascensão do poder mundial de nações que põem em xeque a ordem imperialista existente, sobretudo China, a Rússia e o Irã.
O belicismo irresponsável dos EUA coloca a paz mundial e a civilização em risco. Os EUA dirigem cada vez maiores provocações a paÃses soberanos como a China e a Rússia. Os ataques contra a SÃria se inserem em um movimento maior que busca resolver a crise econômica e, usando a violência da guerra, reverter a desvantagem crescente que os EUA enfrentam.
Isso coloca uma tarefa urgente para todos os democratas: um movimento pacifista de amplÃssimo alcance, que una os que percebem as graves ameaças que pairam sobre a civilização. É preciso, mais do que nunca, tomar as praças do mundo em defesa da paz.

