|
 |
|
Alemão, nesta tarde (foto de Débora
Amorim) |
No começo desta tarde, foi a vez de
Ricardo Abreu, o Alemão, fazer sua
intervenção a respeito da atuação do PCdoB
nos movimentos sociais no 11º Congresso. O
Partido passou a atuar mais ativamente na
frente dos movimentos sociais a partir de
seu 10º Congresso. “Nos últimos anos,
avançamos na fundamentação da nossa
intervenção nos movimentos sociais, no
enfrentamento das atuais polêmicas
teóricas e no estudo da realidade das
classes sociais (em especial do
proletariado), dos movimentos, das
entidades, lutas, ações e campanhas, dos
impactos do neoliberalismo, dos desafios e
perspectivas dessas lutas, em sintonia com
a situação política criada após a eleição
de Lula para presidente da República”,
disse Alemão, ainda no início de sua
apresentação.
Ele salientou também que a prioridade do
PCdoB nesta área está focada especialmente
nos movimentos sindical, estudantil e
juvenil, comunitário, antiracista e de
mulheres. Conforme destacou, “ainda
desenvolvemos pouco a elaboração e a
direção do trabalho partidário em novas,
dinâmicas e atuantes frentes de lutas
existentes no Brasil, que contam com a
participação de nossa militância em vários
estados. São exemplos dessas frentes de
luta os movimentos pela saúde pública,
cultural, esportivo, ambientalista,
indigenista, em defesa da criança e do
adolescente, pela livre orientação sexual,
de direitos humanos, entre outros”.
Após fazer um balanço da participação do
Partido nos movimentos sociais, Alemão
discorreu sobre a relação dos movimentos
sociais com o Governo Lula e afirmou que
“há um diálogo democrático. A par dos
consensos e do diálogo também há e haverá
críticas e mobilizações pelas mudanças.
Nesse processo é preciso evitar a
cooptação, a omissão e o atrelamento, por
um lado, e por outro também o
voluntarismo, o infantilismo esquerdista e
a prática oposicionista em relação ao
governo Lula”. Concluindo, disse que
“Nosso desafio é unir forças políticas,
sociais e intelectuais de caráter
democrático, patriótico e progressista
para assegurar a maioria social, política
e parlamentar às forças mudancistas. É
continuar acumulando forças, elevando a
consciência e a organização do
proletariado e de todo o povo brasileiro”.
Clique
aqui
e veja o discurso completo.
(Arquivo em Power
Point :: 430Kb)
De Brasília,
Priscila Lobregatte |