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A oferta da petrolífera chinesa
Cnooc pelo controle da americana Unocal resultou em violentos ataques dos
Estados Unidos contra os países que não rezam pela cartilha do regime
norte-americano. Segundo reportagem do jornal The Wall Street Journal,
muitos, tanto no Congresso quanto no Pentágono, pensam que a evolução econômica
chinesa vai apressar um choque inevitável com os Estados Unidos por liderança
econômica e política.
De outro lado, muitos empresários e acadêmicos consideram que a crescente
prosperidade e os cada vez mais intrincados laços econômicos da China com o
resto do mundo farão do país uma nação mais "democrática" — sofisma para a
propaganda ideológica norte-americana — e uma força a favor da estabilidade
global.
O déficit comercial com a China, que bateu em 160 bilhões de dólares no ano
passado, não pára de crescer. Para a Casa Branca, tamanho rombo não poderá ser
mantido sem "repercussões políticas". Também há crescente "preocupação", diz a
reportagem, de que a demanda chinesa por insumos ajude a impulsionar "governos
repulsivos" como o da Venezuela, presidida por Hugo Chávez e grande produtora de
petróleo.
Com agências internacionais
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