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Em meio ao bombardeio de denúncias
sobre irregularidades no Executivoi e
Legislativo, a Secretaria
de Comunicação de Governo
e Gestão Estratégica da
Presidência da República,
tendo à frente o ministro Luiz
Gushiken, com uma prestação
de contas sobre a ação do
governo nesta área.
Segundo
o texto da Secom, nos Nos últimos
2 anos, a Polícia Federal realizou
75 operações, que resultaram
na prisão de 1.234 pessoas. Dessas,
45 foram operações especiais
de combate à corrupção,
onde foram presas 819 pessoas, entre elas
políticos, juízes, empresários,
120 policiais federais e rodoviários,
e 290 servidores públicos. Em apenas
oito operações, a Polícia
Federal combateu fraudes em torno de R$
2,7 bilhões contra a administração
pública.
Já
a Controladoria-Geral da União
(CGU), criada pelo governo Lula, em 2003
e 2004, realizou cerca de 6 mil auditorias
em órgãos federais e encaminhou
ao Tribunal de Contas da União
mais de 2,5 mil Tomadas de Contas Especiais
com retorno potencial de mais de R$ 700
milhões para os cofres públicos.
O
levantamento recorda que, nessas operações,
"foram desmontados esquemas antigos
de corrupção, prendendo
pessoas que atuavam há vários
anos".
"O
combate à corrupção
e o rigor no controle dos gastos públicos
são duas marcas essenciais do governo
federal. O trabalho do governo de combate
à corrupção é
uma política de Estado e não
persegue, nem acoberta ninguém.
É um exemplo da solidez das instituições
democráticas no Brasil, que se
consolidaram ao longo dos anos, e permitiram
ao atual governo avançar na ação
contra a corrupção, aprimorando
e valorizando alguns instrumentos já
existentes e criando novos mecanismos
de combate à corrupção",
afirma a Secom.
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