Fale Conosco | Marxismo + Brasil | Editorial | Busca: 

Visite a página do Partido Comunista do Brasil

Nova pagina 1

Especiais

 

 

11º Congresso do PCdoB

Crise e corrupção - O Governo sob ataque

Guerra no Iraque

Brasil Sim 
Alca Não

Cuba

Governo Lula

Sindicais

Guerrilha do Araguaia

Juventude

Visite a página da União da Juventude Socialista

Cadastre-se

Receba notícias do Vermelho por e-mail
 


2003 - Top 3
2004 - 1º Lugar
2005 - Top 10

  Brasil

Brasil, sábado, 11 de outubro de 2008

11 de março de 2005

Economia
Fiesp age nos EUA para influenciar nas negociações da Alca


A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Associação Nacional das Indústrias Americanas (NAM, na sigla em inglês) assinam ontem em Washington um memorando de entendimento para facilitar a expansão do comércio e de investimentos entre os dois países. As duas entidades também vão trabalhar para que as negociações para a criação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca) avancem de "uma maneira equilibrada" para os dois países, de acordo com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, além de estimular a redução significativa das tarifas industriais e das barreiras não-tarifárias nas negociações da Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Na prática, isso significa uma maior participação do setor privado industrial nas negociações comerciais brasileiras, tarefa dos diplomatas do Itamaraty. As duas entidades industriais devem se unir também contra ameaças comuns, como a China. "A China tem hoje uma moeda superdesvalorizada artificialmente e isso cria uma concorrência desleal", afirmou Skaf. "É uma ameaça para os produtos brasileiros e americanos." No ano passado, o comércio entre Brasil e Estados Unidos somou US$ 33 bilhões. Skaf também se encontrou em Washington com o representante de Comércio Exterior interino, Peter Allgeier, almoça com o vice-presidente para Planejamento e Administração do Bando Interamericano de Desenvolvimento (Bid), João Sayad, e se reúne com representantes do Departamento de Comércio americano.

Preferências

O presidente da Fiesp pediu ao governo norte-americano que não cancele as preferências dadas aos produtos brasileiros dentro do Sistema Geral de Preferências, que permite a entrada de produtos brasileiros com tarifas de importação zero. O governo norte-americano decide no dia 30 deste mês se atende ou não ao pedido da indústria americana para cancelar o benefício, que atinge hoje US$ 2 bilhões de produtos brasileiros por ano. As indústrias americanas alegam que o Brasil não cumpre leis de propriedade intelectual e que isso prejudica a indústria do país.

A Fiesp argumentou que também é contra a pirataria e que o Brasil está se esforçando para combatê-la. "É essencial unir esforços e não relacionar esse tema com outras discussões, como aquelas relativas às exportações brasileiras no âmbito do SGP. Medidas unilaterais não contribuirão, além de causar total desconforto em nosso relacionamento", afirmou Skaf em discurso no US-Brazil Business Council. Skaf também disse que o governo norte-americano deveria "dar um exemplo para o mundo ao acatar a decisão da OMC relativa aos subsídios do algodão".

Com agências Internacionais

Untitled Document

Voltar

Comente este artigo
Imprimir
Enviar

..:: Diário Vermelho ::..

NACIONAIS

• Até o momento não há Notícias Nacionais

INTERNACIONAIS

• Até o momento não há Notícias Internacionais

 
VERMELHO.ORG.BR