Fale Conosco | Marxismo + Brasil | Editorial | Busca: 

Visite a página do Partido Comunista do Brasil

Nova pagina 1

Especiais

 

 

11º Congresso do PCdoB

Crise e corrupção - O Governo sob ataque

Guerra no Iraque

Brasil Sim 
Alca Não

Cuba

Governo Lula

Sindicais

Guerrilha do Araguaia

Juventude

Visite a página da União da Juventude Socialista

Cadastre-se

Receba notícias do Vermelho por e-mail
 


2003 - Top 3
2004 - 1º Lugar
2005 - Top 10

  Brasil

Brasil, sexta-feira, 10 de outubro de 2008

4 de março de 2005

Relações INternacionais
José Dirceu discute Alca com Condoleezza Rice e Steven Hadley


Em seu quarto dia de reuniões de trabalho nos Estados Unidos, o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, José Dirceu, esteve com a secretária de Estado, Condoleezza Rice, e ainda com o conselheiro de Segurança Nacional, Steven Hadley, em Washington. Com a secretária de Estado, Dirceu tratou de temas como a Área de Livre Comércio das Américas (Alca), a relação bilateral Brasil/Estados Unidos, a integração da América do Sul e o papel do Brasil neste processo.

Dirceu também tratou da Alca com Hadley. "O importante é que haja um desbloqueio e que se retomem as negociações", afirmou Dirceu. Ele disse que ouviu de Hadley a confirmação de que os dois lados vão negociar a partir do acordo fechado na reunião de Miami, no ano passado, de uma Alca básica para todos os países e a possibilidade acordos mais abrangentes país por país. "Os Estados Unidos e o Brasil estão procurando maneiras de levar esta negociação adiante. Estamos trabalhando duro para isso e vamos continuar a trabalhar bem juntos", afirmou o porta-voz do Departamento de Estado, embaixador Richard Boucher.

Dirceu não quis prever um prazo para a conclusão das negociações, mas disse que o Brasil está empenhado em discutir assunto por assunto, resolver os problemas e avançar. "A agenda com o Brasil é mais complexa do que a agenda com outros países da América. Temos que preservar a indústria brasileira e o desenvolvimento do país. O Brasil não pode assinar um acordo sem levar em conta seus interesses nacionais estratégicos. A negociação será mais longa, mais complexa, mas existe uma disposição de negociar", afirmou.

Cuba e Venezuela

Na quarta-feira, em depoimento à Comissão de Relações Exteriores do Senado sobre as prioridades do governo para a América Latina, o subsecretário de Estado para o Hemisfério Ocidental, Roger Noriega, citou as boas relações entre os presidente Bush e Lula, "as mais positivas e abertas na memória recente". "Temos uma estratégia de construir laços ainda mais fortes. Vamos tentar engajar a indústria e a mídia para apoiar a Alca e o livre comércio", afirmou Noriega.

Dirceu também disse que conversou sobre temas regionais com a secretária de Estado, Condeleeza Rice. Sobre Cuba, disse que reiterou a posição do Brasil, de maior aproximação com a ilha e que os dois conversaram sobre a Venezuela, mas não abordaram a venda de aviões militares brasileiros para o país. O pleito do Brasil por uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU também foi reiterado por Dirceu a Rice. "Ela não manifestou apoio, mas há uma compreensão de que essa reivindicação do Brasil é válida", disse o ministro. "O Brasil, quando demandado por outros países ou por organizações multilaterais, tem exercido bem suas responsabilidade", avalia.

Visita ao Brasil

Com o assessor de segurança nacional, Dirceu disse ter conversado sobre a missão brasileira no Haiti, a renegociação da dívida argentina e a retomada das negociações do país com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a importância da integração entre os países da América do Sul. "A integração não é contrária aos interesses dos Estados Unidos, mas uma oportunidade para os investidores e as empresas norte-americanas participarem de um mercado que vai crescer", afirmou. O ministro também negou que participará das articulações para a reforma ministerial e disse que não é ele quem vai negociar os cargos do PP com o presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti. "Quem vai negociar é o presidente", afirmou. "Se ele pedir a minha opinião, eu dou, como dei na semana passada", disse.

O presidente norte-americano, George W. Bush, pode visitar o Brasil em novembro, segundo Dirceu. Dirceu fez o convite ontem, no encontro que teve com Condoleezza Rice, em Washington. "Não há confirmação oficial, mas a avaliação que eu faço é que a tendência é de essa visita acontecer. O presidente Bush vai à Argentina em novembro, para a reunião da Quarta Cúpula das Américas. Ele iria ou na ida ou na volta", afirmou o ministro, salientando que não se trata de uma escala, mas de uma visita oficial do presidente norte-americano.

As informações são da
Agência Brasil e da
agência BBC Brasil

Untitled Document

Voltar

Comente este artigo
Imprimir
Enviar

..:: Diário Vermelho ::..

NACIONAIS

• Até o momento não há Notícias Nacionais

INTERNACIONAIS

• Até o momento não há Notícias Internacionais

 
VERMELHO.ORG.BR