Fale Conosco | Marxismo + Brasil | Editorial | Busca: 

Visite a página do Partido Comunista do Brasil

Nova pagina 1

Especiais

 

 

11º Congresso do PCdoB

Crise e corrupção - O Governo sob ataque

Guerra no Iraque

Brasil Sim 
Alca Não

Cuba

Governo Lula

Sindicais

Guerrilha do Araguaia

Juventude

Visite a página da União da Juventude Socialista

Cadastre-se

Receba notícias do Vermelho por e-mail
 


2003 - Top 3
2004 - 1º Lugar
2005 - Top 10

  Brasil

Brasil, quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

23 de fevereiro de 2005

CONFLITO FUNDIÁRIO
Latifúndio gaúcho bloqueia
pela força vistoria do Incra


Não é só no Pará que o latifúndio recorre à violência para manter o monopólio da terra. Um grupo de grandes proprietários rurais de Santa Vitória do Palmar, na fronteira com o Uruguai, bloqueou pela força nesta quarta-feira (23) o acesso de três funcionários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a uma fazenda do município.
Os técnicos só conseguiram entrar na área com auxílio da Brigada Militar (a polícia militar gaúcha) e da Polícia Federal.

O Incra está fazendo vistorias em diversas áreas do Rio Grande do Sul para verificar se há terras improdutivas passíveis de desapropriação para a reforma agrária. Os senhores de terras resistem sob o argumento de que, devido à seca no Estado, a vistoria pode "produzir resultados incorretos".

Em São Gabriel, também na metade sul do Estado, os produtores rurais prometem montar barreiras nas estradas se o Incra notificar algum proprietário de que suas terras serão vistoriadas. Em Livramento, o sindicato rural promete entrar na Justiça para evitar a vistoria de 6,6 mil hectares prevista para março.

A metade sul do Rio Grande do Sul é justamente aquela onde predomina o latifúndio. Não por acaso, é também a parte mais pobre e atrasada do Estado. E aquela onde os latifundiários mostram-se mais agressivos em sua oposição à reforma agrária. São Gabriel viveu momentos de forte conflito em agosto de 2003 devido a essa oposição: os senhores de terras locais tentaram barrar uma marcha do MST que reivindicava a desapropriação de um mega-latifúndio situado no município.

O Incra informou que o cronograma de atividades não será alterado, alegando que a produtividade de cada fazenda não é medida pelo atual período de estiagem, mas pela ocupação da terra nos últimos 12 meses.

Com informações
da Agestado

 

Untitled Document

Voltar

Comente este artigo
Imprimir
Enviar

 
..:: Diário Vermelho ::..

NACIONAIS

• Até o momento não há Notícias Nacionais

INTERNACIONAIS

• Até o momento não há Notícias Internacionais

 
VERMELHO.ORG.BR