10 de outubro de 2017 - 9h33

Jornalistas realizam Dia de Luto e Luta Unificada por reajuste digno


   
Será realizada uma ação pelas redes sociais, convidando os colegas a registrar o protesto e a compartilhar nos seus perfis e nas comunidades da categoria. O dia de mobilização terá seu ponto alto em ato às 15h, em frente ao jornal O Povo (Av. Aguanambi, 282 – José Bonifácio, Fortaleza), com o tema “Meu Trabalho Vale Mais”.

Com duas datas-bases em aberto (2016/2017 e 2017/2018), os jornalistas empregados em jornais e revistas enfrentam o completo descaso patronal. Além de demorar meses para apresentar uma proposta, os donos dos jornais Diário do Nordeste, O Povo e O Estado ofertaram um reajuste de apenas 4%, ou seja, abaixo da inflação do primeiro período, que foi de 9,32%. Para o segundo, ofereceram o INPC, que fechou em 1,73%.

No segmento de mídia eletrônica, após mobilização dos jornalistas do Sistema Jangadeiro, os patrões ficaram de apresentar uma nova contraproposta para fechamento das duas campanhas salariais (incluindo a de 2018), ou o comum acordo para o dissídio.

“Ou reagimos agora ou seremos massacrados. Por isso, o sindicato convoca os jornalistas à luta. Sabemos que vivemos tempos difíceis, mas não podemos ficar parados diante da intransigência dos donos da mídia. O que está em jogo é a nossa profissão e o futuro dela. Essa é uma luta de todos os jornalistas e demais trabalhadores das empresas de comunicação. A única solução é uma ampla mobilização”, afirma Samira de Castro, presidente do Sindjorce.

Saiba como participar da mobilização

1. Vista preto na quarta-feira, dia 11/10;

2. Registre fotos suas e dos seus colegas e compartilhe nos seus perfis e nas comunidades da categoria;

3. Compartilhe os posts do Facebook e Twitter do Sindicato dos Jornalistas do Ceará (https://twitter.com/sindjorce_ e https://www.facebook.com/Sindjorce);

4. Utilize as hashtags #JornalistasEmLuta e #ReajusteSalarialDigno;

5. Participe do ato às 15h, em frente ao jornal O Povo (Av. Aguanambi, 282 – José Bonifácio, Fortaleza).


Fonte: Sindjorce

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