Mais blogs
HORAMENSAGEM

Blog do Nivaldo Santana

RONALDO, o craque superação!

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo homenageou o jogador Ronaldo, do Poderoso Timão, com a medalha  ” Craque Superação”.COPA2014RONALDO105MAC

A atividade foi o ponto alto de um seminário sobre a Copa do mundo. Na foto, vemos, entre outros, o grande Ronaldo, o deputado estadual do PCdoB Pedro Bigardi (à esquerda) e o capitão do tri, Carlos Alberto. É o parlamento paulista se rendendo ao craque superação, ídolo do Corinthians, que este ano festeja o seu centenário.

Postado por nivaldosantana | 11 de fevereiro de 2010 | Arquivado em Sem categoria | Deixe um Comentário

Nelson Mandela!

Há exatos vinte anos, Nelson Mandela, líder maior da luta anti-apartheid e presidente do Congresso Nacional Africano, deixava a prisão. Sua liberdade fNelson_Mandelaoi o marco fundamental da derrota do regime racista da África do Sul.

Nas primeiras eleições democráticas daquele país, Mandela recebeu uma votação consagradora. Eleito presidente,  governou a África do Sul de 1994 a 1999.

Hoje com 91 anos, Mandela é, sem dúvida, uma das maiores personalidades da humanidade, enquanto os governantes racistas daquele país forma parar no lixo da história.

Glória eterna a Nelson Mandela!

Postado por nivaldosantana | 11 de fevereiro de 2010 | Arquivado em Sem categoria | Deixe um Comentário

“No clima do escândalo”

A última edição da revista “Retrato do Brasil”  coloca o demônio no meio da procissão.  O editorial  ”No clima do escândalo”  polemiza com uma opinião difundida mundo afora segundo a qual as mudanças climáticas poderiam colocar em risco a sobrevivência da humanidade.

A revista de Raimundo Rodrigues Pereira analisa o tema de forma multilateral, levantando questionamentos científicos, políticos e econômicos para esse aparente consenso universal a respeito da matéria.

Afirma a revista: “não existe nenhuma evidência de que a biosfera, o ambiente no qual a espécie humana (e, outrora, seus ancestrais, os hominídeos) vive há milhões de anos, vá sofrer qualquer alteração drástica até o final deste século, mesmo se todos os países mantiverem seus padrões atuais de produção e consumo”.

A interpretação do editorial em tela é a de que há interesses políticos e econômicos dos países ricos em fazer do mito da mudança climática uma arma adicional contra os países pobres ou em desenvolvimento.

“Hoje, ao contrário de há um século,” acrescenta a revista, “cerca de 90% das reservas de petróleo estão com os países em desenvolvimento. O que se observa atualmente no setor de geração de energia é uma grande corrida dos países que estão na vanguarda da economia global – os países ricos e, destacadamente atrás deles, a China – em busca das tecnologias para uso de fontes alternativas ao carvão e ao petróleo”.

Claro que a busca por energias limpas e renováveis é importante para combater a poluição e tornar a vida mais saudável. Mas os países mais pobres, como defende a revista, precisam valorizar as suas reservas para alavancar o seu desenvolvimento.

Os países ricos posam, lembra o editorial,  “como os campeões da defesa do meio ambiente, com direito a impor taxas e punições diversas aos produtos dos países emergentes que estariam se tornando os principais poluidores  do planeta”. 

“Retrato do Brasil” avalia que essa opinião é política, motivada por razões econômicas, não científica. Os países ricos, os mesmos que devastaram suas áreas verdes,  procuram, a pretexto de combater as mudanças climáticas, impor restrições  aos países em desenvolvimento.

O embaixador do Brasil na Organização Mundial do Comércio,  Roberto Azevedo, por exemplo, critica os projetos sobre emissão de carbono, em tramitação no Congresso dos Estados Unidos.  Segundo ele, esses projetos são “questionáveis” ou até “ilegais” e podem provocar uma guerra comercial.

A revista mostra que, ao fim e ao cabo, a fúria dos terremotos, dos maremotos, das tempestadas, das secas e dos furacões têm suas vítimas preferenciais.

Invariavelmente, quem mais padece são “os mais pobres, os que moram em casas precárias, nas pirambeiras, nas várzeas alagáveis, os que não têm outro lugar para morar, os trabalhadores do campo que sobrevivem de culturas de resistência em terra pouca e ruim, os que já comem pouco num mundo cada vez mais rico”.

A luta pelo desenvolvimento precisa estar associada com políticas ambientais equilibradas. Pessoalmente, acho que a opinião da ”Retrato do Brasil”, neste particular,  não colide com a justa tese do desenvolvimento sustentável.  

Postado por nivaldosantana | 10 de fevereiro de 2010 | Arquivado em Sem categoria | Deixe um Comentário

O samba do tucano doido

Tucanos de alta plumagem não se bicam em São Paulo. A última é a do Serra, fugindo de FHC como o diabo da cruz. Mas o ex-presidente, do alto de suas tamancas, não se conforma em ficar no limbo da política e vira advogado de si próprio.

O presidente de honra do PSDB, ao defender as alegadas virtudes de seu impopular governo, polariza o debate e joga água no moinho da eleição plebiscitária, tudo o que os tucanos, desde sempre, querem evitar.

Para Serra, colocar FHC no proscênio eleitoral é arapuca fatal. Mas, convencer o ex-presidente a sair de cena, quem há-de? A fogueira das vaidades, nestas horas, fala mais alto.

Em outro front, a guerra fraticida dos serristas com a patota do Geraldo Alckmin pega fogo nos bastidores. Por trás dos sorrisos amarelos, há uma virulenta disputa para dividir o butim entre os diversos grupos do tucanato.

Garras afiadas e penas voando emolduram a rinha mais chique de São Paulo. Quem conhece, sabe:  o maior pesadelo dos serristas é a hipótese, nada improvável, de o governador paulista levar uma surra nas presidenciais e, de quebra, ver o rival Alckimin governador…

Serra se vê sitiado pelo fogo amigo. Fora de São Paulo, Aécio pode deixá-lo na orfandade. FHC é o corregilionário incômodo. Com Alckmin e sua troupe o problema é outro: eles guardam no fundo d’alma um amargo desejo de vendetta, prato que, como se sabe, se serve frio.

O samba-enredo tucano, na sua versão coreográfica paulista, pode fazer feio no sambódromo eleitoral.  Nota zero no quesito harmonia! E não é só: para deleite da patuleia, esse bloco desengonçado  pode amargar mais um Carnaval no grupo de acesso.

Postado por nivaldosantana | 9 de fevereiro de 2010 | Arquivado em Sem categoria | Um Comentário

Marcio Pochmann: Brasil será das mulheres!

marcio_pochmann_III_1_O professor  e pesquisador Márcio Pochmann (Unicamp/Instituto de Economia/Centro de Estudos Sindicais de Economia do Trabalho) atualmente é presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

No Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, ele fez uma palestra baseada no seu novo livro – Desenvolvimento e Perspectivas Novas para o Brasil – Cortez Editora, 2010. O livro trata, como o próprio título sugere,  da problemática do desenvolvimento no Brasil.

Em 191 páginas,  Pochmann analisa a sociedade agrária no Brasil, a transição para a sociedade urbano-industrial, o ciclo da financeirização e polarização social, a emergência do social-desenvolvimentismo  e o desenvolvimento no limiar do século 21.Li o livro e recomendo sua leitura.

Márcio Pochmann fala das mudanças em curso na organização do trabalho e na demografia em nosso país. Disse que a base material do direito do trabalho  foi construída para regular o local da atividade laboral.

 Ocorre que, em perspectiva, o local de trabalho pode ser qualquer lugar. Essa mudança não é regulada pela legislação, e isso já provoca implicações  na ação (ou falta dela) do movimento sindical.

Paralelamente à mudança do local de trabalho, sempre segundo Pochmann, há uma diminuição na taxa de fecundidade das mulheres e o envelhecimento da população. A partir de 2030, segundo ele, a população brasileira começará a diminuir (mulheres terão, em média, 0,7 filho cada uma).

Dois problemas imediatos surgirão: escassez de mão-de-obra no Brasil e problemas previdenciários. A falta de braços deve atrair imigrantes de países como Bolívia, Chile, Paraguai para suprir a demanda.

A proteção da velhice demandará a ampliação da ação do Estado e mudanças no atual sistema previdenciário brasileiro. As famílias, ao contrário do que ocorre hoje, não terão condições de arcar com o ônus de segurar a barra dos seus parentes idosos, que não serão poucos. Em 2030, por exemplo, o Brasil terá cerca de 30 milhões de pessoas com mais de 80 anos!

Outro fenômeno em curso é o vigoroso papel das mulheres no mercado de trabalho. O professor Pochmann lembra que da última metade do século passado até hoje tivemos três revoluções sexuais.

A primeira separou o sexo da reprodução (contraceptivos), a segunda separou o sexo do casamento (novo perfil da mulher moderna) e a terceira, em andamento, separa a reprodução do sexo. A mulher vai escolher quando e como terá filhos!

Fruto dessas três revoluções,  somado com a maior escolaridade feminina, o mercado de trabalho será extremamente competitivo do ponto de vista de gênero… e as mulheres vencerão!

O nosso professor acredita que, em breve, as mulheres ocuparão os melhores cargos e, em consequência, os mais remunerados, invertendo o papel dos provedores domésticos.

 Nessa linha, ele prevê, as mulheres trabalharão fora e boa parte dos homens terá responsabilidade maior na manutenção da casa e dos filhos… “Lava a louça todo dia, que agonia…”, cantarão, insatisfeitos, os marmanjos.

Desenvolvimento e Perspectivas Novas para o Brasil apresenta uma imensa quantidade de indicadores econômicos e sociais que ajudam a compreender as transformações progresssitas no Brasil de Lula.

Ampliou-se consideravelmente a rede de proteção social, depois das décadas perdidas (80 e 90 do século passado) o Brasil retoma a mobilidade social ascedente, e, ao contrário das outras grandes crises do capitalismo, nesta última o Brasil sofreu impacto pequeno no emprego e na renda.

Fico por aqui, não sem antes lembrar que o texto de Pochmann guarda muita coincidência com as formulações programáticas aprovadas pelo PCdoB em seu último congresso.l

Postado por nivaldosantana | 3 de fevereiro de 2010 | Arquivado em Sem categoria | 6 Comentários

A CTB e o Forum Social Mundial/RS

O Forum Social Mundial (FSM), realizado na Grande Porto Alegre de 25 a 29 de janeiro, fez um balanço das dez edições do evento e traçou perspectivas para o futuro a partir do lema “Um Outro Mundo é Possível”.

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) teve participação destacada nestas atividades. Além da presença em mesas da Federação dos Farmacêuticos, Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp e lançamento da “Campanha pela Paz”, organizada pela Cebrapaz, vale destacar:

1. Passeata da CTB com cerca de 500 sindicalistas, indo da sede da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (FETAGRS) até o Mercado Municipal, no centro.

2. Marcha de Abertura do Fórum, do Mercado até a Usina do Gasômetro;

3. Debates promovidos pela FECOSUL (Federação dos Trabalhadores no Comércio do Rio Grande do Sul) sobre política de relações internacionais do Brasil, sindicalismo na atualidade e regulamentação da profissão de comerciário;

4. Debate sobre desenvolvimento e sustentabilidade sócioambiental, na sede da FETAGRS, com a presença da Secretaria do Meio Ambiente, Ministério Público e outras autoridades.

5. Presença no ato com o Presidente Lula.

6.Dois seminários sobre o mundo do trabalho (perspectivas do sindicalismo e combate às práticas antissindicais), com o fórum das centrais sindicais;

7. Assembleia dos movimentos sociais, último evento do FSM.

Nestas e nas outras atividades, a CTB participou de forma organizada, com bandeiras, faixas, camisetas,distribuição de material e militância organizada.

De forma geral, pode-se dizer que o FSM construiu uma grande unidade contra o neoliberalismo e apresenta, pela diversidade de sua composição, um leque variado de visões e concepções sobre o futuro.

Sem se preocupar, agora, em fazer um balanço mais geral, cabe destacar a consolidação da unidade das centrais e a reafirmação da importãncia da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, a realizar-se no dia 1º de junho, em São Paulo.

A Coordenação dos Movimentos Sociais, por sua vez, realizou concorrida atividade, com cerca de mil participantes.  Aprovou um documento político e convocou uma grande Assembleia Popular para o dia 31 de maio.

Esses dois momentos marcarão o protagonismo do sindicalismo e dos movimentos sociais na defesa de uma plataforma que sirva de fio condutor na luta pela manutenção e aprofundamento dos avanços progressistas no Brasil e para barrar o retrocesso neoliberal.

Postado por nivaldosantana | 30 de janeiro de 2010 | Arquivado em Sem categoria | Deixe um Comentário

EUA: Haiti, 51º estado?

Um grupo de intelectuais haitianos, um dos quais professor em Harvard, diz que só uma superpotência pode reconstruir o estado e recomeçar a vida no devastado Haiti.

Para eles, em artigo publicado neste domingo na Folha de São Paulo, potências regionais (o Brasil?) não reúnem todas as condições para enfrentar e vencer os dramas atuais daquele país.

A difusão desse tipo de opinião, associada à ocupação militar promovida pelos EUA (aid humanitariun, como eles dizem)  pode indicar que o Big Brother do Norte esteja preparando as condições para cravar suas garras naquela região, constituindo ali o 51º estado estadunidense de facto.

Hoje se encontram no Haiti 12 mil soldados americanos, equivalentes, pela população do país,  às tropas americanas no Afeganistão. Há também 48 helicópteros militares e outros quinze para ações civis.

Para além da ocupação militar, os EUA enviaram ao Haiti o portentoso navio-hospital “USNS Comfort”, com 600 médicos e enfermeiros, mil camas, doze salas de cirurgia e unidades de terapia intensiva.

A estratégia de ocupação combina ações militares e de ajuda civil, tudo para dar legitimidade ao novo status quo pretendido no país.  As demonstrações concretas de “solidariedade”, no entanto, não podem prescindir do aval dos próprios “interessados” na anexação.

Nesse rumo,  nada melhor do que  haitianos ilustres para demandar a coordenação dos EUA  para a nova fase do Haiti. Em um país destruído, sem que se consiga enxergar luz no fim do túnel, todas as hipóteses passam a ser plausíveis.

Cuba pode ganhar, ao sul, bem pertinho de suas fronteiras, um novo e incômodo vizinho, o mesmo que ocupa a Baía de Guantânamo…

Postado por nivaldosantana | 24 de janeiro de 2010 | Arquivado em Sem categoria | Um Comentário

Enchentes paulistanas

O Rio Tietê é uma espécie de ralo de São Paulo. Com baixa declividade, assoreado e com ocupação desregrada de suas margens, o Tietê recebe, direta ou indiretamente,  as águas de praticamente todos os rios e córregos da cidade.

Por causa disso, o ex-governador paulista, Geraldo Alckmin, disse que a maior obra de sua gestão seria o “Projeto Tietê”. Este custoso empreendimento, prometia a propaganda,  acabaria definitivamente com as enchentes na marginal do Tietê.

Foi propaganda enganosa. Logo após a inauguração, São Paulo sofreu uma das maiores enchentes e o epicentro, para variar, foi a famosa marginal. Rapidamente foram retiradas as vistosas placas “enchentes nunca mais!”.

Apesar de não ter acabado com as enchentes, a obra teve alguns aspectos defensáveis: rebaixou a calha e, com isso,  aumentou a declividade e a velocidade do rio,  fatores importantes para evitar transbordamentos.

A construção de taludes para evitar erosão das margens também foi positiva, assim como a plantação de centenas de árvores ao longo da Marginal serviu para melhorar o visual da área.

Mas com os tucanos no governo dá sempre para piorar um pouco mais. Não satisfeito, o governador Serra  e seu parceiro, o prefeito Kassab, resolveram desfazer tudo e promover mais um ataque ao Tietê.

Com muito alarido publicitário, os tucanos promovem uma nova e desastrada intervenção no local.  Derrubam árvores e aumentam a impermeabilização do solo  para construir mais uma faixa de tráfego no local.

Condenada por dez entre dez especialistas em macrodrenagem urbana, a obra já apresenta seus primeiros resultados: agravamento das enchentes e degradação urbanística. E os congestionamentos só vão mudar de lugar.

De olho nas eleições e vendo São Paulo passar o verão debaixo d’água, o governador José Serra tira o seu da reta, desaparece e passa todo o abacaxi para o subserviente prefeito paulistano.chuva_abertura

Chega a ser vexatória a situação do alcaide. A cada nova enchente, ele aparece na televisão para dizer que as autoridades não têm culpa de nada. A responsabilidade é exclusiva de São Pedro e do excesso de chuvas.

Com isso, claro, sua popularidade naufraga e o governador Serra perde mais uma âncora de sua combalida obsessão pela presidência. E quem paga o pato são os moradores da cidade, que contabilizam grandes prejuízos materiais, doenças e perdas de vidas humanas.

Postado por nivaldosantana | 23 de janeiro de 2010 | Arquivado em Sem categoria | 3 Comentários

1º de junho: Conferência Nacional da Classe Trabalhadora

Seis centrais sindicais aprovaram, nesta quinta-feira, 21,  a realização da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora.  O evento será realizado no dia 1º de junho, em São Paulo, com a meta de reunir cerca de dez mil sindicalistas.

O roteiro, aprovado por consenso, prevê a realização de encontros preparatórios em todos os estados e, na plenária final,  elaboração de proposta de um projeto nacional de desenvolvimento com valorização do trabalho e distribuição de renda.ctbpres

Segundo Wagner Gomes (foto), presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB),  os sindicalistas presentes à Conferência definirão o apoio à candidatura presidencial  cujo perfil se enquadre com as resoluções a serem aprovadas.

Uma grande notícia!

Postado por nivaldosantana | 21 de janeiro de 2010 | Arquivado em Sem categoria | Deixe um Comentário

A direita mostra os dentes

1. Ao que tudo indica, os EUA aproveitam as dramáticas consequências do  terremoto (*) para ocupar militarmente o Haiti e liderar o processo de ‘reconstrução” do país. Desta vez, a ação seria coberta pelo manto da ajuda humanitária, mas os objetivos são sempre os mesmos: subjugar o país e torná-lo satélite de seus interesses imperialistas.

2.A vitória da coligação direitista no Chile foi discretamente comemorada pelos seus iguais brasileiros. O jornal Folha de São Paulo disse que o resultado comprova a maturidade da democracia chilena e que a alternância de partidos no poder é salutar. Tudo a ver com a campanha presidencial brasileira, onde o jornal apoia descaradamente o candidato tucano e quer, por analogia, insinuar que a popularidade de Lula é individual e instransferível.

3.Em Honduras o golpe alcançou seus objetivos. Conservadores defenestraram  Manuel Zelaya (golpe já faz sete meses!), realizaram uma eleição fajuta e agora o presidente “eleito”, Porfírio Lobo,  diz que vai governar com um Conselho Assessor formado de ex-presidentes, incluindo na lista o próprio Zelaya, ainda confinado na embaixada brasileira, e o golpista Roberto Micheletti, governo de facto do país.

 Malandragem pura para legitimar a espúria eleição.

(*) No texto inicial, por engano, escrevi furação, mas me alertaram…

Postado por nivaldosantana | 19 de janeiro de 2010 | Arquivado em Sem categoria | Um Comentário